cartaz 6 aniversrio bmc

História do Sporting Clube da Covilhã
Armas Pais
Terça, 30 Agosto 2016 00:00

Armas Pais foi apresentado como reforço do Sporting da Covilhã para a temporada 1980/1981, tendo sido contratado ao GD Bragança, que também militava na 2ª Divisão Nacional, mas na Zona Norte. Armas Pais jogava preferencialmente a defesa central, embora não tenha participado em muitos encontros na época em que representou o emblema serrano, no entanto, demonstrou sempre grande atitude quando foi chamado a jogo. Armas Pais ajudou a equipa covilhanense a realizar um campeonato tranquilo, terminando na 7ª posição, mas salientando-se a boa prestação nas partidas disputadas no Estádio José Santos Pinto, visto que não foi permitido qualquer triunfo visitante em toda a temporada. Na Taça de Portugal, Armas Pais e colegas eliminaram Fornos de Algodres, Nazarenos e Feirense, sendo depois afastados da prova pelo primodivisionário Amora FC, porém, somente após derrota por 2-1 no jogo de desempate na Margem Sul do Tejo, pois, na cidade serrana verificou-se um nulo no marcador. Armas Pais rumou posteriormente ao Torreense, mas deixando com certeza lembranças das suas prestações com a camisola covilhanense…

Actualizado em Terça, 30 Agosto 2016 09:05
 
Portimonense SC 2 SC Covilhã 1
Domingo, 28 Agosto 2016 00:00

 

Vão-se sucedendo as jornadas da Ledman LigaPro e o Sporting Clube da Covilhã continua sem conquistar qualquer triunfo, visto que nesta quinta ronda foi derrotado no terreno do Portimonense Sporting Clube por 2-1, com todos os golos apontados na segunda parte, em que os serranos estiveram a perder por duas bolas de diferença, sendo depois o resultado final estabelecido por Ponde aos 83 minutos.

A formação algarvia, uma das principais candidatas à subida de divisão, procurou algum ascendente desde o apito inicial do árbitro Manuel Mota, nomeadamente ao solicitar a vocação goleadora do experiente Pires, porém, os covilhanenses revelaram-se organizados e foram anulando com maior ou menor dificuldade as iniciativas locais. O Covilhã nunca tremeu perante o poderio adversário e aos 22 minutos teve mesmo uma boa ocasião para inaugurar o marcador, quando Diarra colocou a bola disponível para o remate rasteiro de Bokila, só que o guardião Ricardo Ferreira efectuou uma excelente defesa e impediu o êxito visitante. Do lado do Portimonense, os maiores perigos vieram das acções de Paulinho, que por duas vezes causou sérios problemas ao extremo reduto serrano: aos 30 minutos, atirou um pouco ao lado da baliza covilhanense; e aos 41 minutos, obrigou o guarda-redes Hugo Marques a uma intervenção complicada. Ao intervalo: 0-0.

No segundo tempo, o jogo não esteve tão movimentado e o nulo raramente foi colocado em causa, todavia, tudo mudou aos 68 minutos, com Ricardo Pessoa a cobrar superiormente um livre directo, provocando assim os primeiros festejos nas hostes algarvias. O Portimonense galvanizou-se com o tento obtido e volvidos poucos instantes dilatou a vantagem por intermédio do inevitável Pires, que surgiu isolado diante de Hugo Marques a passe de Buba. Os pupilos de Filipe Gouveia tiveram o mérito de acreditarem que a partida ainda não estava perdida, o que tornou o encontro mais emocionante, pois, os lances perigosos aconteceram junto de ambas as balizas, no entanto, foi mesmo o conjunto serrano que conseguiu reduzir a diferença aos 83 minutos, curiosamente num lance assinado por dois dos suplentes utilizados, visto que foi Davidson que cruzou para o finalização correcta de Ponde. O Covilhã pensou na igualdade no que restava do jogo, mas os algarvios não perderam a coesão e até estiveram perto de aumentarem a contagem aos 90 minutos, porém, Pires permitiu a defesa de Hugo Marques na transformação de uma grande penalidade, resultante de uma falta de Diarra sobre Ewerton. Com este desaire por 2-1, os serranos ocupam a última posição da tabela classificativa em parceria com o Olhanense, numa altura em que o campeonato sofre uma paragem, voltando somente no segundo fim de semana de Setembro, em que o Sporting da Covilhã receberá a Académica de Coimbra no Estádio José Santos Pinto.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://www.ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20162017/ledmanligapro/5/8

 

Actualizado em Domingo, 28 Agosto 2016 18:24
 
SC Covilhã 1 SC Braga B 3
Quarta, 24 Agosto 2016 00:00

Harramiz e Simão disputam a posse de bola

Ainda não foi na 4ª jornada que o Sporting Clube da Covilhã alcançou a primeira vitória na Ledman LigaPro, visto que foi derrotado no Estádio José Santos Pinto pela equipa B do Sporting Clube de Braga por 1-3, numa partida em que os serranos estiveram mesmo a perder por três bolas de diferença, mas um golo de Harramiz aos 84 minutos tornou o resultado menos pesado.

O conjunto covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Hugo Marques na baliza, acompanhado na defensiva por Mike, Zarabi, Joel e Agostinho Soares, ficando Gilberto e Prince mais recuados no meio campo, com Harramiz, Chaby e Luís Pinto no apoio ao avançado Cristian Ponde. Os comandados de Filipe Gouveia entraram no jogo com uma postura atacante, causando de imediato alguns problemas à defensiva minhota, com o guarda-redes Tiago Sá a ser chamado a intervir aos 8 minutos, quando afastou eficazmente um cruzamento perigoso de Luís Pinto. A pressão serrana esteve perto do sucesso aos 20 minutos, em que uma falha de um defensor visitante possibilitou a Ponde um remate ao poste, mas como é comum dizer-se no futebol "quem não marca, sofre", pois, aos 24 minutos, Leandro Antunes assinou um belo golo de fora da área, colocando assim os bracarenses na frente do marcador. Os serranos sentiram o tento sofrido e não tiveram capacidade para esboçarem uma reacção digna desse nome, enquanto os minhotos subiram de rendimento e ameaçaram dilatar a diferença em duas ocasiões: primeiro, novamente com Leandro Antunes a rematar forte, mas agora um pouco por cima da baliza local; depois, já em cima do final da primeira parte, um cabeceamento de Bruno Wilson obrigou o guardião Hugo Marques a uma defesa atenta. Ao intervalo: 0-1.

Para o segundo tempo, o treinador Filipe Gouveia colocou em campo Djikiné e Eder Diez, numa tentativa de alterar o rumo dos acontecimentos, algo que foi conseguido na fase inicial, visto que a formação covilhanense empurrou claramente o adversário para terrenos recuados, porém, sem argumentos para colocaemr em grande perigo a baliza defendida por Tiago Sá, que foi resolvendo com facilidade os lances que chegavam perto de si. Veja-se que a acção mais perigosa dos serranos neste período foi protagonizada por um defesa forasteiro aos 74 minutos, quando um corte de cabeça de Artur Jorge quase colocou a bola na sua própria baliza. As intenções covilhanenses em busca da igualdade foram completamente dizimadas volvidos alguns momentos, visto que o SC Braga B marcou dois golos em curto espaço de tempo: aos 77 minutos, na sequência de um lance confuso na área local, Zarabi chutou a bola contra Ogana e a redonda encaminhou-se para a baliza serrana; e aos 83 minutos, num livre que começou em Xeka, os bracarenses assinaram uma vistosa jogada colectiva, que foi concluída com êxito por Loum. O Covilhã ainda reduziu a desvantagem por Harramiz, que cabeceou para o 1-3, mas passados alguns minutos, o árbitro Anzhony Rodrigues apitou pela última vez e sentenciou a terceira derrota serrana em quatro jornadas, somando somente um ponto na tabela classificativa. Na próxima jornada, a disputar no domingo, o conjunto covilhanense desloca-se ao terreno do Portimonense, onde se deseja que possa começar a recuperação pontual da nossa equipa.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://www.ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20162017/ledmanligapro/4/8

Actualizado em Quinta, 25 Agosto 2016 09:31
 
Nuno Santos
Terça, 23 Agosto 2016 00:00

Nuno Santos começou por defender a baliza do União de Coimbra, mas os dotes demonstrados depressa o levaram até aos iniciados do Sporting CP, tendo completado as camadas de formação no emblema lisboeta, somando internacionalizações por Portugal nos diversos escalões jovens. A nível sénior, Nuno Santos continuou ligado ao clube sportinguista, intercalando empréstimos ao Lourinhanense, Estrela da Amadora, Penafiel e Vitória de Guimarães, com permanências no plantel verde e branco, em que chegou a alinhar pela equipa principal em três jogos, mas sendo também utilizado na equipa B. Quebrado o vínculo ao Sporting CP, Nuno Santos prosseguiu a carreira no Vitória de Guimarães, Vitória de Setúbal, Portimonense e Gil Vicente, antes de assinar pelo Sporting da Covilhã na época 2011/2012. Pelo emblema serrano, o guardião Nuno Santos participou em 23 jogos oficiais, numa temporada em que o nosso clube alcançou o 15º lugar na 2ª Liga, que foi suficiente para garantir a manutenção via secretaria devido aos problemas financeiros da União de Leiria. Nuno Santos representou as cores covilhanenses apenas uma época, voltando posteriormente ao Penafiel e concluindo a carreira no Ribeirão, mas deixando várias memórias das suas defesas…

Actualizado em Terça, 23 Agosto 2016 08:52
 
SC Olhanense 0 SC Covilhã 0
Sábado, 20 Agosto 2016 00:00

 

A 3ª jornada da Ledman LigaPro marca a estreia do Sporting Clube da Covilhã a pontuar na competição, visto que o nulo no terreno do Sporting Clube Olhanense permite somar o primeiro ponto na tabela classificativa, isto, num jogo caracterizado pela pouca emoção e que somente nos instantes finais teve os seus lances mais perigosos.

O encontro foi equilibrado desde o apito inicial do árbitro Rui Oliveira, com a bola a ser disputada essencialmente a meio campo e de forma lenta, o que levou a monotonia a instalar-se no Estádio José Arcanjo, algo que apenas foi quebrado esporadicamente pela veia rematadora de Davidson, que bem tentou acertar na baliza algarvia, mas sempre sem criar qualquer problema ao guardião Léo Rodrigues. A partir do meio da primeira parte, a formação serrana revelou-se mais atacante, porém, a defensiva local esteve atenta e não permitiu uma única acção perigosa para as suas redes. Diga-se, que o Olhanense, também com zero pontos antes desta partida, não apresentou grandes argumentos para lutar pelo triunfo nesta fase da partida, contribuindo para que o empate sem golos fosse o real reflexo do jogo.

Na segunda parte, o conjunto algarvio começou por parecer mais atrevido em terrenos avançados, mas foi uma sensação pouco duradoura, pois, o encontro voltaria para o patamar de equilíbrio registado durante muito tempo na etapa inicial. E tal como na primeira parte, também foram os comandados de Filipe Gouveia que posteriormente se apresentaram com ideias de alcançarem o triunfo, mas novamente com evidentes dificuldades em perturbarem seriamente a defensiva algarvia. No entanto, já em passo largo a caminho do final da partida surgiram os lances mais perigosos para ambas as balizas: aos 83 minutos, o guarda-redes Hugo Marques cobrou mal um pontapé de baliza, que fez Jorman sonhar com o tento inaugural, mas o avançado panamiano atirou ao lado; e aos 88 minutos, um passe de Diarra deixou Luís Pinto em posição favorável para marcar, porém, o remate do n.º 7 serrano passou por cima das redes locais. Volvidos alguns momentos, o jogo terminou com o 0-0 com que começou, o que permitiu às duas equipas a conquista do primeiro ponto no campeonato, contudo, deseja-se que o Covilhã alcance a primeira vitória já na próxima quarta-feira, quando receber a equipa B do SC Braga no Estádio José Santos Pinto, de modo a que possa subir lugares na classificação.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://www.ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20162017/ledmanligapro/3/8

Actualizado em Sábado, 20 Agosto 2016 17:55
 
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