História do Sporting Clube da Covilhã
Axé
Terça, 24 Abril 2018 00:00

O brasileiro Carlos António Gustavo Souza é conhecido no futebol por Axé, um avançado que assinou pelo Sporting da Covilhã para a temporada 1991/1992, depois de exibições interessantes ao serviço do Caldas e do Torreense. Axé envergou a camisola serrana somente uma época, em que apontou cinco golos nos 29 jogos oficiais disputados, mas foi um campeonato para esquecer a nível colectivo, visto que o emblema covilhanense não conseguiu assegurar a manutenção na 2ª Divisão B, num cenário que começou cedo a pairar no horizonte, pois, a primeira vitória surgiu apenas na 9ª jornada. Na temporada seguinte, Axé rumou à Desportiva do Fundão, também a militar na 3ª Divisão Nacional, representando posteriormente SC Celoricense e Operário FC de Lisboa. Que memórias persistem dos remates de Axé na formação covilhanense?

Actualizado em Terça, 24 Abril 2018 08:43
 
CF União da Madeira 1 SC Covilhã 0
Sábado, 21 Abril 2018 00:00

O Sporting Clube da Covilhã foi derrotado pela margem mínima no terreno do Clube de Futebol União da Madeira, somando assim o terceiro jogo consecutivo sem festejar qualquer golo e continuando com as contas em aberto em relação à manutenção na Ledman LigaPro, quando faltam disputar três jornadas para a conclusão da prova.

A formação madeirense, também envolvida na luta pela permanência nesta divisão, tentou assumir o controlo da partida logo nos momentos iniciais, mas os serranos conseguiram suster essa ambição local e o jogo foi evoluindo sem lalances de grande perigo junto de ambas as balizas. A primeira acção digna de registo aconteceu apenas aos 22 minutos, num remate protagonizado por Júnior Sena, no entanto, os derradeiros instantes da primeira parte foram de grande emoção, com os dois conjuntos a assinarem sérias ameaças à inauguração do marcador: aos 44 minutos, Júnior Sena permitiu uma boa intervenção do guarda-redes Vítor São Bento; e aos 45 minutos, Índio isolou Reinildo diante do guardião Chastre, só que o moçambicano atirou por cima. Ao intervalo: 0-0.

No segundo tempo, o União criou perigo aos 51 minutos por Flávio Silva, que rematou por cima da barra visitante, mas o Covilhã respondeu aos 55 minutos por Fatai, que atirou ao lado das redes anfitriãs. Quem esteve mais certeiro foi André Carvalhas aos 63 minutos, que na cobrança de um livre directo rubricou o único golo da partida para alegria dos ansiosos adeptos madeirenses. O onze serrano procurou de imediato regressar à igualdade, porém, voltou a revelar algumas dificuldades no processo ofensivo, o que impossibilitou lances de verdadeiro perigo junto das redes opositoras. O União, além de defender a vantagem, esteve perto de aumentar a diferença aos 78 minutos, contudo, Júnior Sena voltou a perder a disputa com Vítor São Bento. Os comandados de José Augusto tiveram o mérito de não baixar os braços em busca de um resultado positivo, tendo mesmo conquistado um canto no último minuto do jogo, mas sem as consequências desejadas pelas hostes serranas, com o árbitro Rui Costa a dar a partida como finalizada logo a seguir. Com este desaire, o Sporting da Covilhã fica com uma margem de pontual mais reduzida para a zona de despromoção, seguindo-se uma recepção à Académica de Coimbra no próximo domingo, num encontro que deverá provocar uma boa moldura humana no Estádio José Santos Pinto.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/35/3

Actualizado em Sábado, 21 Abril 2018 20:03
 
Jojó
Terça, 17 Abril 2018 00:00

Mário Jorge Binerde Camacho é tratado nos meios futebolísticos por Jojó, um médio que assinou pelo Sporting da Covilhã na temporada 1992/1993, sendo proveniente do CD Gouveia, depois de ter representado União de Santiago, CA Moura, Piense e GDR Portugal. Jojó veio encontrar o emblema serrano na 3ª Divisão Nacional, ajudando o nosso clube a assegurar o regresso à 2ª Divisão B, que foi garantido através do 2º lugar da Série C com larga vantagem pontual sobre o perseguidor SC Penalva do Castelo, salientando-se o facto da formação covilhanense ter conseguido sete vitórias consecutivas no arranque do campeonato. Na época seguinte, Jojó rumou ao Estrela de Vendas Novas, representando posteriormente Foros de Arrão, Pinhalnovense e Montargilense. Que lembranças existem de Jojó com a camisola serrana?

Actualizado em Terça, 17 Abril 2018 09:02
 
SC Covilhã 0 CD Cova da Piedade 0
Domingo, 15 Abril 2018 00:00

Reinildo procura ultrapassar a oposição de Michael

O Sporting Clube da Covilhã não conseguiu melhor do que um nulo na recepção ao Clube Desportivo da Cova da Piedade, numa partida que ficou marcada pela não conversão de dois pontapés de penálti, um para cada equipa, visto que aos 23 minutos foi Fatai que permitiu a defesa de Pedro Alves, enquanto aos 40 minutos foi Robson que possibilitou a intervenção de Vítor São Bento.

O onze covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Vítor São Bento na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Zarabi, Abalo e Paulo Henrique, ficando Makouta e Diarra mais recuados no meio campo, com Renato Reis, Índio e Reinildo mais perto do ponta de lança Fatai. Forte entrada dos serranos no jogo, não demorando a obrigar o guarda-redes Pedro Alves a boas defesas para manter a sua baliza inviolável, pois, os remates de Índio aos 8 minutos e de Fatai aos 10 minutos levavam a direcção desajada pelas hostes locais. A resposta piedense surgiu aos 17 minutos por Dieguinho, que atirou para intervenção atenta do guardião Vítor São Bento, no entanto, foram os anfitriões que voltaram a ameaçar a abertura do marcador aos 23 minutos e logo com um castigo máximo, resultante da mão de Michael num cruzamento de Reinildo, porém, Fatai náo conseguiu evitar a defesa de Pedro Alves. Depois da meia hora, os visitantes subiram no terreno com mais frequência e aos 35 minutos um cabeceamento de Willyan causou alguma preocupação nas cores covilhanenses, contudo, a melhor ocasião para o emblema da Margem Sul do Tejo aconteceu aos 40 minutos, quando o árbitro António Nobre assinalou um pontapé de penálti por derrube de Aylton na área local, só que na conversão Robson rematou para o sucesso do voo de Vítor São Bento, que assim segurou o 0-0 no "placard".

Paulo Henrique pressionado por Aylton

Na segunda parte, o Covilhã demonstrou inicialmente maior vocação ofensiva, mas volvidos alguns instantes o encontro mudou de sentido e foi Vítor São Bento que teve de revelar atenção em dois lances, quer num livre marcado por Miguel Rosa, quer num forte remate de Aylton. O jogo estava movimentado e o perigo passou a rondar as duas balizas em remates longínquos, com destaque para o recém-entrado Raul Almeida, que atirou para defesa de Pedro Alves com o pé, e para Dieguinho, que atirou um pouco ao lado das redes locais após uma boa jogada indivídual. No derradeiro quarto de hora, o Cova da Piedade colocou imensas bolas na área serrana e jogou mais tempo no meio campo atacante, mas a defensiva adversária esteve em bom plano, sendo mesmo a formação local a estar perto do golo aos 88 minutos, quando Moses rubricou um remate cruzado que fez a redonda passar a escassos centímetros das redes forasteiras. Com este empate, o Sporting da Covilhã continua com alguma folga pontual para a zona de despromoção, porém, a próxima partida é precisamente no terreno de uma das equipas que está em lugares de descida, o União da Madeira, em jogo a disputar no sábado.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/34/6

Actualizado em Segunda, 16 Abril 2018 08:58
 
Real SC 3 SC Covilhã 0
Quarta, 11 Abril 2018 00:00

O Sporting Clube da Covilhã não fica com boas recordações da primeira vez que disputa uma partida oficial no terreno do Real Sport Clube, visto que sofreu uma esclarecedora derrota por três bolas a zero, tendo sofrido dois golos em escassos minutos cerca do meio do primeiro tempo, o que deixou de imediato o cenário muito difícil para o nosso clube.

Em luta dramática para escapar à descida de divisão, a formação da cidade de Queluz entrou em jogo com grande determinação em busca da vitória, revelando-se mais rematadora logo nos momentos iniciais, com destaque para as iniciativas de Vinicius e de Eduardo que fizeram a bola passar ao lado das redes covilhanenses. No entanto, o golo acabaria mesmo por surgir para as cores locais e em dose dupla: aos 21 minutos, na sequência de um livre, Tiago Morgado assinou o primeiro da tarde; e aos 25 minutos, Jeferson Nem, a passe de Diogo Coelho, colocou duas bolas de diferença no marcador. Os comandados de José Augusto viram a partida ficar assim bastante complicada e apresentaram evidentes dificuldades em levarem o perigo até junto da baliza anfitriã, algo que somente aconteceu aos 40 minutos, quando uma jogada de Reinildo possibilitou o remate de Raul Almeida contra um adversário em plena área local. Já o Real SC, não se acomodou com o resultado e Cazonatti por duas vezes tentou aumentar a contagem, mas atirou ao lado aos 27 minutos e viu Vítor São Bento intervir com eficácia aos 43 minutos. Ao intervalo: 2-0.

Para a segunda parte, os adeptos serranos presentes no Complexo Desportivo do Real SC esperavam uma reacção da sua equipa, de modo a que ainda fosse possível conquistar algo de positivo, porém, depois de uns instantes iniciais com remates de ambos conjuntos, foram os locais que festejaram de novo aos 49 minutos, com Marcelo Lopes a atirar certeiro para as redes forasteiras. Os números estavam a tornar-se pesados para o emblema covilhanense, que teve o mérito de procurar reduzir a desvantagem, mas acertar com a baliza opositora revelava-se uma missão impossível, salientando-se um lance protagonizado por Adul Seidi aos 58 minutos, isto, perante um onze anfitrião que também não deixava de procurar dilatar a contagem. Diga-se, que os serranos actuaram em inferioridade numérica a partir dos 80 minutos por lesão de Raul Almeida, pois, já tinham sido realizadas as três substituições. Até final do encontro, as duas equipas tiveram algumas oportunidades para mexer no "placard", contudo, tal não se verificou e o derradeiro apito do árbitro Tiago Martins sentenciou o 3-0 como desfecho final. No próximo domingo, o Sporting da Covilhã recebe o Cova da Piedade no Estádio José Santos Pinto, desejando-se que possa ser alcançada uma vitória que coloque a manutenção na Segunda Liga quase como certa.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/33/3

Actualizado em Quarta, 11 Abril 2018 21:01
 
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