História do Sporting Clube da Covilhã
Jorge Quadros
Terça, 14 Novembro 2017 00:00

O guarda-redes Jorge Quadros assinou pelo Sporting da Covilhã na época 1984/1985, tendo sido contratado à Naval 1º de Maio, numa altura em que o emblema figueirense tinha acabado de descer à 3ª Divisão Nacional. Jorge Quadros envergou a camisola serrana apenas uma temporada, mas sem ter efectuado qualquer jogo oficial, visto que a baliza covilhanense esteve sempre defendida por Martins. Contudo, Jorge Quadros nunca perderá o mérito de ter integrado um grupo de grande sucesso para as cores serranas, pois, para além de garantir a subida à 1ª Divisão Nacional (1º lugar na Zona Centro do escalão secundário), este plantel alcançou as Meias Finais da Taça de Portugal (eliminação pelo SL Benfica no Estádio da Luz), sendo uma temporada de referência para todos os adeptos do nosso clube. Que memórias ficaram de Jorge Quadros entre os apoiantes serranos?

Actualizado em Terça, 14 Novembro 2017 10:02
 
Teixeira
Terça, 07 Novembro 2017 00:00

O defesa Teixeira foi apresentado como reforço do Sporting da Covilhã para a temporada 1976/1977, sendo proveniente do Sporting Clube de Lourenço Marques (actual Clube de Desportos do Maxaquene), um dos clubes históricos de Moçambique. Teixeira ficou somente uma época no plantel covilhanense, encontrando-se o nosso emblema a disputar a Zona Centro da 2ª Divisão, com Teixeira a ser titular no sector defensivo durante grande parte da época, ajudando as nossas cores a alcançarem o 4º lugar na tabela classificativa final. Teixeira participou também em jogos da Taça de Portugal, com o conjunto covilhanense a afastar da competição o Ginásio de Alcobaça e o Alcanenense, antes de ser eliminado pelo GD Benavente por um surpreendente resultado de 4-1, pois, a formação ribatejana até estava mal classificada no escalão terciário. Que outras lembranças existem de Teixeira?

Actualizado em Terça, 07 Novembro 2017 12:09
 
Varzim SC 0 SC Covilhã 0
Domingo, 05 Novembro 2017 00:00

O Sporting Clube da Covilhã somou o segundo nulo consecutivo em mais uma deslocação na Ledman LigaPro, desta vez o ponto foi conquistado no terreno do Varzim Sport Club, aumentando para sete o número de jogos seguidos sem perder na competição, um registo digno de saliência e totalmente alcançado sob a orientação técnica de José Augusto, que tem colocado a equipa a navegar por lugares mais tranquilos da classificação.

A formação poveira entrou mais ambiciosa na partida, com o panamiano Jimenez a protagonizar o primeiro momento de alguma emoção, mas a resposta serrana foi rápida, já que volvidos poucos instantes, um remate de Erivelto assustou as hostes locais. Os poveiros revelaram-se sempre mais ofensivos e rematadores, embora sem causarem sérios problemas para as redes visitantes, com excepção de um livre directo apontado por Jean Filipe. Já os covilhanenses, estavam mais preocupados com a coesão defensiva e não apresentavam grandes virtudes atacantes, no entanto, sempre que possível, não deixaram de procurar a baliza adversária, como foi o caso dos remates assinados por Diarra e por Fatai.

Na segunda parte, o conjunto serrano esteve ainda melhor organizado no sector mais recuado, como tal, o Varzim apenas delineou um lance de maior emoção na fase inicial da etapa complementar através de Malele. As dificuldades atacantes dos locais tornaram-se bem visíveis para desespero dos seus apoiantes, ainda mais preocupados pela posição incómodo que ocupam na tabela classificativa, isto, perante um Covilhã que estava a sair mais perigoso para o contra ataque, ameaçando poder levar os três pontos em disputa na Póvoa de Varzim. E a vitória esteve mesmo quase a ir para terras serranas nos derradeiros instantes do encontro, quando Erivelto cruzou para o moçambicano Reinildo não conseguir cabecear com êxito em posição muito favorável para inaugurar o marcador. Pouco tempo depois, o árbitro André Narciso apitou pela última vez e selou o 0-0 como resultado final, continuando o Sporting da Covilhã a meio da tabela da Segunda Liga, mas agora com quatro pontos de vantagem sobre as posições de despromoção, numa altura em que o campeonato somente regressará no último fim de semana de Novembro, com o emblema serrano a receber o Real SC no Estádio José Santos Pinto.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/13/6

Actualizado em Domingo, 05 Novembro 2017 21:34
 
Académico de Viseu FC 0 SC Covilhã 0
Quarta, 01 Novembro 2017 00:00

O Sporting Clube da Covilhã foi a primeira equipa a não ser derrotada pelo Académico de Viseu Futebol Clube no Estádio do Fontelo nesta edição da Ledman LigaPro, somando um saboroso ponto que permite ao treinador José Augusto continuar sem sofrer qualquer desaire ao serviço do nosso clube em jogos do campeonato, em concreto, seis partidas que resultaram em três vitórias e outros tantos empates.

O emblema serrano apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Gerson, Joel e Paulo Henrique, ficando Gilberto e Diarra mais recuados no meio campo, com Fatai, Índio e Reinildo no apoio ao avançado Amadu Turé. Os locais começaram o encontro ao ataque e deram sinal de perigo logo aos 4 minutos, num lance em que por duas vezes o guardião Igor Rodrigues defendeu as acções de Paná. No entanto, as intenções academistas não tiveram sequência nos momentos seguintes, principalmente porque o Covilhã mostrou coesão na hora de defender, o que aumentou bastante o grau de dificuldade para o comandante da Segunda Liga. Foi necessário esperar pelo minuto 30 para que os adeptos viseenses vissem nova ocasião de golo, quando uma falha de comunicação entre Gerson e Igor Rodrigues deixou a bola diante de Erivaldo, que não conseguiu melhor do que atirar por cima da baliza serrana. O conjunto visitante estava visivelmente mais preocupado com a defesa do nulo, mas nunca deixou de procurar um contra ataque triunfal, embora fosse sempre anulado pelos defensores do Académico. Já com o relógio a aproximar-se do período de descanso, merece referência um cabeceamento de Barry ao lado, com Igor Rodrigues fora das suas redes. 

Na etapa complementar, os comandados de José Augusto estiveram ainda melhores nos processos defensivos, mas não só, visto que as saídas para o ataque também foram mais esclarecidas, conseguindo importunar o guarda-redes Peçanha em duas situações: primeiramente, ao afastar um cruzamento perigoso de Índio; depois, ao sair bem dos postes ao encontro de Diarra, que estava em boa posição para concluir com êxito um passe do recém-entrado Erivelto. No derradeiro quarto de hora, o Académico intensificou a pressão sobre o último reduto covilhanense, estando muito perto de inaugurar o marcador aos 77 minutos, em que Paná rematou para uma boa intervenção de Igor Rodrigues, sobrando a redonda para a recarga de Sandro Lima, que apenas não deu golo porque Joel opôs-se com categoria à iniciativa do brasileiro. O mesmo Sandro Lima ainda chegou a introduzir a bola nas redes serranas aos 90+3 minutos, mas os viseenses quase que nem tiveram tempo para festejar, pois, a arbitragem liderada por Nuno Almeida anulou o lance por fora de jogo do avançado local e o 0-0 prevaleceu como resultado final. Com este desfecho positivo, o Sporting da Covilhã permanece a meio da tabela classificativa, seguindo-se nova deslocação já no domingo, neste caso, ao terreno do Varzim.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/12/8

Actualizado em Quinta, 02 Novembro 2017 09:53
 
Porfírio Carapito
Terça, 31 Outubro 2017 00:00

Porfírio Carapito nasceu na Covilhã a 28 de Dezembro de 1920 e começou a jogar futebol no Sporting da Covilhã na temporada 1938/1939, ocupando preferencialmente a posição de médio, tendo sido um elemento fundamental até meados dos anos quarenta, representando o nosso clube durante treze épocas até 1950/1951. Nos primeiros tempos de Porfírio Carapito como jogador, o acesso aos campeonatos nacionais era feito através das competições distritais, por isso, sagrou-se campeão distrital com as cores covilhanenses durante nove temporadas consecutivas, mas o seu principal título aconteceu em 1947/1948, com a conquista do Campeonato Nacional da 2ª Divisão e consequente subida ao patamar mais elevado do futebol português. Porfírio Carapito integrou até 1950/1951 os plantéis serranos que disputaram a 1ª Divisão Nacional, no entanto, não se chegou a estrear nesse escalão, jogando somente pela equipa de reservas. Em 1951/1952, Porfírio Carapito rumou à União Desportiva da Guarda, regressando na temporada seguinte à cidade da Covilhã, agora para envergar a camisola do GD Covilhanense. Que recordações permanecem de Porfírio Carapito?

Actualizado em Terça, 31 Outubro 2017 17:01
 
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