História do Sporting Clube da Covilhã
SC Covilhã 0 CD Nacional 1
Domingo, 27 Agosto 2017 00:00

Paulo Henrique pressionado por Christian

Pela primeira vez na sua história, o Sporting Clube da Covilhã disputou uma partida oficial com o Clube Desportivo Nacional, num jogo que será de má memória para a equipa serrana, visto que realizou uma péssima exibição perante uma formação madeirense reduzida a dez jogadores desde dos 6 minutos, com a agravante de ter sofrido um golo aos 66 minutos por Mauro Cerqueira, consentindo assim uma derrota que deixou os apoiantes locais com o nervosismo em níveis elevados

O conjunto serrano apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Zarabi, Joel e Paulo Henrique, ficando Djikiné e Gilberto mais recuados no meio campo, com Renato Reis, Índio e Hudson no apoio ao avançado Adul Seidi. Desde cedo que o encontro teve um contexto favorável para os comandados de Filipe Gouveia, pois, aos 6 minutos, Káká efectuou uma entrada violenta sobre Gilberto e recebeu ordem de expulsão do árbitro Fábio Piló. No entanto, o conjunto covilhanense parece que ficou mais perturbado com o cartão vermelho do adversário do que propriamente a equipa que ficou em inferioridade numérica, permitindo que o Nacional fizesse progressões no terreno e tivesse dois lances problemáticos para as redes locais na sequência de livres laterais, com Júlio César a cabecear para defesa atenta de Igor Rodrigues e Diogo Coelho a assinar um cabeceamento que fez a bola passar por cima da baliza visitada. Com o encontro a aproximar-se do meio da primeira parte é que o Covilhã conseguiu perturbar com maior evidência a defensiva madeirense, com índio a efectuar um cruzamento remate ligeiramente ao lado da baliza opositora e Hudson a não chegar a tempo de tocar a redonda com sucesso diante do guardião Daniel. A partir daí e até ao período de descanso, a tarde no Complexo Desportivo revelou-se mais propícia para a sesta do que para um jogo de futebol, porque os locais foram trocando a bola sem apresentarem argumentos de peso para baterem a defesa contrária e os forasteiros foram segurando o nulo de forma compacta, embora sempre de olho no contra ataque, como aconteceu aos 42 minutos, em que Ricardo Gomes cabeceou por alto em plena área serrana. Ao intervalo: 0-0.

Para o segundo tempo, o treinador Filipe Gouveia colocou em campo Diarra e Fabinho Martins, mas o onze covilhanense continuou sem perspectivas de vitória, com a bola a passar mais minutos na zona intermediária do que na área opositora, ao ponto do guarda-redes Daniel ter uma inesperada tarde de descanso. O Nacional também permaneceu na mesma toada, ou seja, defendendo com segurança, mas sem perder a ambição da vitória, sendo premiado com o golo do triunfo aos 66 minutos, quando Mauro Cerqueira progrediu pela esquerda e rubricou um remate rasteiro fora do alcance de Igor Rodrigues. Restava aos serranos acreditarem na reviravolta da jornada anterior, tendo duas oportunidades para chegar ao golo: aos 77 minutos, Fabinho Martins atirou por cima em plena área visitante; e aos 89 minutos, um remate forte de Zarabi proporcionou a Daniel uma boa intervenção. Contudo, convém salientar que o emblema madeirense também esteve perto de novos tentos em três ocasiões, não se notando nada que actuava em desvantagem numérica: aos 87 minutos, Joel evitou sobre a linha de baliza o êxito da recarga de Vanilson a defesa de Igor Rodrigues num livre de Mauro Cerqueira; aos 90 minutos, Christian surgiu diante do guardião local, mas sem conseguiu ganhar posição para o remate triunfal; e aos 90+2 minutos, Igor Rodrigues esteve em bom plano perante o isolado Vanilson. Com este desaire caseiro, o Sporting da Covilhã regressa à zona baixa da classificação, embora com um jogo a menos do que a maior parte dos adversários, num encontro que será disputado no próximo fim de semana no terreno da Oliveirense.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/5/3

Actualizado em Segunda, 28 Agosto 2017 09:32
 
Marinho Duarte
Terça, 22 Agosto 2017 00:00

Mário Fernando Nascimento Santos Duarte é conhecido nos meios futebolísticos por Marinho, um atleta polivalente que começou a ser federado no Oriental de Lisboa, prosseguindo os escalões de formação no Casa Pia AC e no Belenenses. No primeiro ano de sénior, Marinho integrou o plantel principal dos azuis do Restelo, mas depois rumou ao União de Tomar e ao SL Fanhões, antes de assinar pelo Sporting da Covilhã para a época 1994/1995. Marinho não chegou a alcançar papel de destaque com o emblema serrano, porém, merece saliência o facto de ter feito parte de grupos de trabalho que conseguiram duas subidas de divisão consecutivas, que levaram a equipa covilhanense da 3ª Divisão Nacional à 2ª Divisão de Honra. A carreira de Marinho continuou posteriormente por diversos clubes nacionais, nomeadamente, outra vez SL Fanhões, SC Régua, Beneditense, Estrela de Portalegre, Coruchense e CF Trafaria. Actualmente, Marinho é mais mediático pelas suas exibições no futebol de praia, onde tem assinado um percurso cheio de sucessos. Que outras lembranças permanecem de Marinho com a camisola covilhanense?

Actualizado em Terça, 22 Agosto 2017 08:51
 
SC Covilhã 2 Vitória SC Guimarães B 1
Sábado, 19 Agosto 2017 00:00

Serranos pressionam vimaranense perante o olhar do árbitro

E a 3ª jornada trouxe o primeiro triunfo do Sporting Clube da Covilhã na Ledman LigaPro 2017/2018, alcançado com uma reviravolta no marcador nos instantes finais da partida, visto que a equipa B do Vitória Sport Clube de Guimarães, mesmo em inferioridade numérica, apontou o golo inaugural aos 81 minutos, mas um bis do brasileiro Hudson aos 87 e 90+2 minutos provocou uma onda de alegria nas hostes locais.

O emblema covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Zarabi, Joel e Paulo Henrique, ficando Djikiné e Gilberto mais recuados no meio campo, com Bilel, Índio e Hudson no apoio ao avançado Adul Seidi. Com as atenções repartidas entre o relvado do Complexo Desportivo e o incêndio na zona alta da cidade, este jogo apresentou um onze serrano claramente apostado no ataque desde dos momentos iniciais, com Bilel a dar trabalho ao guardião Miguel Oliveira aos 7 minutos e Índio a atirar cruzado um pouco ao lado das redes visitantes aos 9 minutos. Os anfitriões procuraram sempre a baliza adversária, no entanto, a sua linha ofensiva continuava a variar entre falhanços em plena área e acções para intervenção de Miguel Oliveira, merecendo saliência o lance ocorrido aos 30 minutos, em que Adul Seidi roubou a bola a um defensor vitoriano e ficou isolado diante de Miguel Oliveira, só que o seu "chapéu" passou por cima das redes opositoras para desespero dos apoiantes covilhanenses, já preparados para festejarem o primeiro golo da tarde. Aos 35 minutos, o Vitória B delineou o seu único lance perigoso do primeiro tempo, quando o extremo João Correia assinou uma boa jogada na esquerda e rematou à barra da baliza defendida por Igor Rodrigues. Foi a excepção às iniciativas atacantes dos serranos, que até ao período de descanso ainda rubricaram mais duas jogadas preocupantes para os adversários, porém, Adul Seidi e Hudson continuaram a não acertar nas redes minhotas. Ao intervalo: 0-0.

Hudson e Nikolaesh em disputa de bola

A etapa complementar voltou a apresentar um Covilhã mais atacante e mais rematador, mas quase sempre a esbarrar na muralha defensiva do conjunto vitoriano, que perdeu uma peça aos 60 minutos, pois, Nikolaesh derrubou Hudson num rápido contra ataque local e viu o segundo cartão amarelo, recebendo assim ordem de expulsão pelo árbitro Daniel Cardoso. Com mais um jogador em campo, os serranos continuaram a sua ofensiva sobre o sector mais recuado dos vimaranenses, com o pé esquerdo do estreante Paulo Henrique a obrigar o guarda-redes Miguel Oliveira a defesas atentas para manter o nulo. Depois destes lances, a equipa covilhanense sentiu mais dificuldades em importunar a organização defensiva do Vitória B, com a agravante de ter permitido o golo visitante aos 81 minutos, quando o inevitável João Correia arrancou pelo flanco direito e rematou à barra, sobrando a bola para a recarga triunfal de Haman. Um cenário negro pairou sobre as cores locais, no entanto, os comandados de Filipe Gouveia tiveram uma boa reacção ao tento sofrido, ameaçando chegar logo à igualdade volvidos poucos instantes, quando Makouta cabeceou por cima em posição privilegiada para ter êxito. Contudo, os tão procurados golos do emblema serrano acabaram mesmo por acontecer num curto espaço temporal: aos 87 minutos, Hudson cabeceou certeiro um cruzamento de Renato Reis da esquerda; e aos 90+2 minutos, novamente o brasileiro Hudson em destaque, ao assinar um belo tento descaído para a direita na área minhota, estabelecendo desta forma o resultado final de 2-1. Estes três pontos colocam o Sporting da Covilhã fora dos últimos lugares da classificação, seguindo-se nova partida caseira no próximo domingo, agora ao receber o conjunto madeirense do Nacional, visto que o jogo previsto com a Oliveirense a meio da semana foi adiado para Setembro.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/3/2

Actualizado em Segunda, 21 Agosto 2017 10:06
 
Exposição do Livro no Serra Shopping Covilhã
Quarta, 16 Agosto 2017 09:52

Vai estar patente no Serra Shopping Covilhã nos próximos dias 18,19 e 20 de Agosto, a exposição fotográfica referente ao livro “História do Sporting da Covilhã 1923-1990”. A referida obra, escrita pelo antigo dirigente serrano Miguel Saraiva, mostra o importante espólio documental e fotográfico do mais prestigiado clube da região. Durante a exposição, o autor estará presente no espaço nos dias 19 e 20, das 15 as 16 horas, para sessão de autógrafos.

Actualizado em Quarta, 16 Agosto 2017 10:00
 
Tomás Ferreira
Terça, 15 Agosto 2017 00:00

O covilhanense Tomás Ferreira iniciou a sua carreira futebolística nas camadas jovens do Sporting da Covilhã, onde integrou a equipa que disputou o Campeonato Nacional da 1ª Divisão de Juniores na época 1976/1977. Tomás Ferreira ascendeu a sénior no emblema serrano e permaneceu no plantel principal durante duas temporadas, com a formação covilhanense a militar na Zona Centro da 2ª Divisão Nacional, sendo posteriormente emprestado ao Desportivo de Castelo Branco e ao Tortosendo e Benfica. Na época 1981/1982, Tomás Ferreira regressou ao conjunto serrano, que continuava a disputar o escalão secundário, por mais duas temporadas, representando depois a Desportiva do Fundão. Tomás Ferreira jogava na posição de extremo direito e destacava-se essencialmente pela sua capacidade técnica, tendo deixado certamente várias memórias das suas actuações com as cores serranas…

Actualizado em Terça, 15 Agosto 2017 10:09
 
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Livro História SCC
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