História do Sporting Clube da Covilhã
FC Famalicão 2 SC Covilhã 2
Domingo, 05 Março 2017 00:00

O Sporting Clube da Covilhã esteve muito perto de conquistar a vitória no terreno do Futebol Clube de Famalicão, visto que o golo que ditou a igualdade final a duas bolas apenas foi sofrido aos 90+6 minutos na sequência de um pontapé de penálti, numa altura em que os serranos já actuavam reduzidos a dez unidades em virtude da expulsão de Mike por acumulação de cartões amarelos.

Este jogo foi disputado quase sempre em ritmo elevado e apresentando duas formações empenhadas em alcançar os três pontos, com os lances mais temperados de emoção a surgirem logo nos instantes iniciais, com Harramiz e Carlão a revelarem-se como as maiores fontes de perigo dos respectivos onzes. E foi precisamente Harramiz que inaugurou o marcador aos 19 minutos, ao rubricar uma arrancada espectacular numa acção de contra ataque, devidamente concluída com o remate certeiro diante do guardião Victor Braga. O emblema minhoto procurou de imediato o empate, mas os covilhanenses estiveram coesos no sector defensivo e não permitiram jogadas demasiado perigosas junto das suas redes, exceptuando um cabeceamento de Mendes aos 38 minutos, bem defendido por Igor Rodrigues. Quer antes, quer depois deste lance, o Covilhã ameaçou dilatar a contagem, pois, aos 36 minutos, em boa posição para fazer golo, Chaby atirou para defesa de Victor Braga, e aos 41 minutos, o livre longínquo de Erivelto só foi travado por nova intervenção de Victor Braga, que assim segurou a diferença mínima no "placard". Ao intervalo: 0-1.

Na segunda parte, o Famalicão arriscou tudo no ataque e passou a jogar mais vezes na área visitante, com o primeiro sinal de perigo a vir da cabeça de Mendes, que levou a bola a sair ao lado da baliza serrana. No entanto, aos 66 minutos, os locais chegaram mesmo ao empate por Tozé Marreco, que assinou uma oportuna cabeçada após um livre lateral. Contudo, a equipa covilhanense não se encolheu com o tento sofrido e aos 68 minutos voltou para a dianteira do marcador, com Diarra a conduzir uma contra ofensiva que possibilitou a Erivelto um remate forte e colocado, numa acção típica do goleador brasileiro. Os minhotos ficaram momentaneamente perturbados com o golo consentido, mas volvidos alguns momentos regressaram a uma postura atacante, estando próximos de festejar aos 73 minutos, quando Mendes atirou cruzado ao poste. Aos 84 minutos, os locais ganharam mais ânimo na luta pelo empate, visto que Mike foi expulso por acumulação de cartões amarelos, porém, os serranos souberam organizar-se no seu extremo reduto e foram aguentando a pressão famalicense. Até que aos 90+6 minutos, o árbitro Fábio Veríssimo considerou que o estreante Marcílio cometeu falta sobre Mendes na área forasteira e assinalou um pontapé de penálti, que Jorge Miguel cobrou para Igor Rodrigues desviar para o poste, aparecendo depois Mércio a fazer a recarga triunfal, fixando desta forma o resultado em 2-2. O Sporting da Covilhã soma agora quatro encontros consecutivos sem perder na Ledman LigaPro, mantendo uma vantagem de cinco pontos para os lugares que dão acesso à liguilha, seguindo-se nova jornada no sábado com a recepção à equipa B do Vitória de Guimarães.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20162017/ledmanligapro/30/2

Actualizado em Domingo, 05 Março 2017 19:19
 
Roma
Terça, 28 Fevereiro 2017 00:00

Roma é o nome futebolístico de Juliano Laurentino dos Santos, um extremo brasileiro que entrou no futebol português através do Atlético de Valdevez, onde a sua velocidade e veia goleadora possibilitaram-lhe a transferência para o Beira-Mar, que representou na 1ª Liga. Depois do emblema aveirense, Roma rumou ao Irão para jogar no Foolad, mas a estadia foi curta, regressando a Portugal para actuar no Sporting da Covilhã na temporada 2008/2009. Roma envergou a nossa camisola somente uma época, na qual participou em 25 jogos oficiais e apontou nove golos, repartidos por 2ª Liga, Taça de Portugal e Taça da Liga, ajudando o conjunto serrano a alcançar uma classificação positiva no campeonato, o 7º lugar, que foi durante alguns anos a melhor prestação dos covilhanenses neste formato da prova. Após a passagem por terras serranas, Roma voltou a deixar o futebol nacional e foi jogar para Chipre (Doxa FC), mas na época seguinte regressou ao seu Brasil, onde representou diversos clubes. Que recordações existem de Roma com o emblema serrano ao peito?

Actualizado em Terça, 28 Fevereiro 2017 18:19
 
SC Covilhã 1 FC Porto B 1
Domingo, 26 Fevereiro 2017 00:00

Guarda-redes Gudiño antecipa-se a Erivelto

O Sporting Clube da Covilhã não conseguiu melhor do que uma igualdade na recepção à equipa B do Futebol Clube do Porto, no entanto, este resultado permite elevar para três o número de partidas consecutivas sem os covilhanenses perderem na Ledman LigaPro, assim como manter a mesma distância pontual para os lugares de liguilha e de descida de divisão.

O emblema serrano apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por Mike, Zé Pedro, Joel e Agostinho Soares, ficando Gilberto e Prince mais recuados no meio campo, com Harramiz, Chaby e Medarious no apoio ao avançado Erivelto. Este jogo começou por revelar uma formação nortenha muito perigosa, visto que o guardião Igor Rodrigues foi obrigado a duas boas intervenções para segurar o nulo: primeiro, num cabeceamento de Rui Pedro aos 12 minutos; depois, num remate de Fede Varela aos 14 minutos. Os serranos tiveram que acelerar o ritmo para equilibrarem o encontro, o que possibilitou também alguns lances mais problemáticos para a defensiva portista, com destaque para o minuto 30, em que uma boa arrancada de Harramiz pela direita permitiu o remate de Medarious por cima em plena área visitante. A partida esteve quase sempre movimentada e com acções interessantes de acompanhar, quer do lado do FC Porto B, com Fede Varela e Rui Pedro a assinarem remates que levaram a bola a passar perto da baliza local, quer do lado do Covilhã, em que um passe de Prince isolou Erivelto diante do guarda-redes Gudiño, com o mexicano a vencer este confronto verificado aos 42 minutos e a garantir o empate para o tempo de descanso. Ao intervalo: 0-0.

Harramiz e Chidozie disputam a bola, com os serranos a reclamarem um pontapé de penálti

A segunda parte continuou a apresentar um jogo bem disputado, mas sem tantos lances perigosos na fase inicial, salientando-se somente uma jogada em que os serranos reclamaram um pontapé de penálti devido a uma infracção manual de um defensor portista, porém, o árbitro Gonçalo Martins considerou não haver motivo para o castigo máximo. Se o lance anterior ainda permite discussão sobre a decisão arbitral, o mesmo já não se pode dizer da acção em que Harramiz ficou isolado perante Gudiño, mas que a arbitragem anulou por suposta falta de Pintassilgo sobre Inácio pela conquista da redonda, quando o jogador local não cometeu qualquer infracção. Os derradeiros dez minutos foram frenéticos, principalmente por ter sido neste período que aconteceram os dois golos: aos 82 minutos, o recém-entrado Sambinha assinou o tento inaugural ao cabecear na recarga a uma defesa de Gudiño, que defendeu como foi possível um livre apontado por Ponde; e aos 85 minutos, o também recentemente entrado André Pereira encostou para a baliza covilhanense um cruzamento de Galeno, autor de uma vistosa progressão pelo lado direito. Os apoiantes locais passaram assim da euforia à tristeza em poucos momentos, mas incentivaram a equipa para uma última pressão em busca do triunfo, algo que acabou por não acontecer, sendo o 1-1 o resultado final desta partida. A luta pelos pontos continua no domingo, com o Sporting da Covilhã a deslocar-se ao terreno do FC Famalicão, que está logo atrás dos serranos na tabela classificativa.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20162017/ledmanligapro/29/8

Actualizado em Segunda, 27 Fevereiro 2017 10:28
 
SC Covilhã 1 Portimonense SC 0
Quarta, 22 Fevereiro 2017 00:00

Erivelto sob o olhar de Marcel

O Sporting Clube da Covilhã regressou aos triunfos na Ledman LigaPro e logo sobre e o Portimonense Sporting Clube, líder bastante destacado da competição, num jogo em que os serranos foram sempre mais perigosos, mas em que apenas por uma vez marcaram, por Harramiz na primeira parte, desperdiçando inclusive um pontapé de penálti por Gilberto aos 78 minutos.

O conjunto covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por Mike, Zé Pedro, Joel e Agostinho Soares, ficando Gilberto e Diarra mais recuados no meio campo, com Harramiz, Chaby e Medarious no apoio ao avançado Erivelto. Os comandados de Filipe Gouveia entraram bem na partida e delinearam lances complicados para a defensiva adversária nos cinco minutos iniciais, porém, sem a desejada consequência no resultado. Com o avançar do relógio, o Portimonense equilibrou o jogo e até assinou um remate que obrigou o guardião Igor Rodrigues a uma defesa mais apertada, visto que Fabrício atirou com força. Contudo, aos 27 minutos, o Covilhã alcançou o único golo do encontro, com Chaby a rematar forte para uma intervenção incompleta de Ricardo Ferreira, surgindo Harramiz a efectuar a recarga vitoriosa, provocando os primeiros festejos no Estádio José Santos Pinto. Os algarvios esboçaram uma reacção, todavia, sem incomodarem seriamente o extremo reduto local, que soube segurar a vantagem até ao período de descanso. Ao intervalo: 1-0.

Harramiz pressionado por Luís Mata

Para a segunda parte, o técnico visitante, Vítor Oliveira, tentou inverter o rumo dos acontecimentos ao colocar em campo o experiente Pires, o melhor marcador do campeonato, mas foram os covilhanenses que ameaçaram a dilatação da diferença aos 47 minutos, com Chaby a isolar Erivelto diante de Ricardo Ferreira, porém, o remate do brasileiro passou ao lado das redes opositoras. Do outro lado, o maior incoformismo continuava a vir das acções de Fabrício, que voltou a atirar para uma defesa de Igor Rodrigues a dois tempos. Apesar da iniciativa de jogo pertencer ao Portimonense, os serranos apresentaram-se como a equipa mais perigosa, desenhando novo lance perigoso aos 62 minutos, quando num contra ataque Diarra ficou em boa posição na área contrária, assinando um remate que foi desviado por um defensor forasteiro para canto. No entanto, a melhor de todas as oportunidades para os locais aumentarem a contagem verificou-se aos 78 minutos, quando Sarpong derrubou Medarious na área do Portimonense e o árbitro Carlos Macedo assinalou o respectivo castigo máximo, só que na conversão Gilberto atirou ao lado para desespero das hostes serranas. Desperdiçado o pontapé de penálti, o Covilhã teve que sofrer para impedir o emblema algarvio de chegar ao empate, que esteve quase a acontecer aos 87 minutos, quando um cabeceamento de Pires foi espectacularmente defendido por Igor Rodrigues, que de forma soberba garantiu os três pontos para a contabilidade local. Com este triunfo, o Sporting da Covilhã ascende ao 9º lugar da classificação e afasta-se dos lugares indesejados, seguindo-se nova jornada já no domingo, com a recepção ao FC Porto B.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20162017/ledmanligapro/26/8

Actualizado em Quinta, 23 Fevereiro 2017 10:34
 
Boca
Terça, 21 Fevereiro 2017 00:00

O brasileiro Francisco Carlos ficou conhecido no meio futebolístico por Boca, um avançado que chegou ao Sporting da Covilhã na temporada 1992/1993, proveniente do Vasco da Gama de Sines, que na altura militava na Zona Sul da 2ª Divisão B. No entanto, Boca veio encontrar a formação serrana num escalão mais abaixo, visto que o nosso clube tinha acabado de cair na 3ª Divisão Nacional e procurava a promoção através de uma boa campanha na Série C desse patamar. E o arranque de campeonato foi uma sequência de sete vitórias, que colocou logo o conjunto covilhanense entre os principais candidatos a uma das duas posições de subida de divisão, algo que se confirmou no final da competição, com a obtenção do 2º lugar, atrás do União de Coimbra, mas com uma larga vantagem de dez pontos sobre o Penalva do Castelo, salientando-se o contributo de Boca com nove golos para este sucesso. Na única temporada em que Boca envergou a camisola serrana, o brasileiro também assinou um tento na Taça de Portugal, ajudando a eliminar o Rio Maior, sendo os covilhanenses afastados na ronda seguinte pelo Amarante. Que outras memórias permanecem de Boca?

Actualizado em Terça, 21 Fevereiro 2017 10:03
 
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