História do Sporting Clube da Covilhã
Valada
Terça, 03 Abril 2018 00:00

Valada começou a jogar futebol federado no Estrela da Amadora, onde completou todos os escalões de formação, mas a estreia a nível sénior foi ao serviço do CD Montijo, na altura a disputar a Zona Sul da 2ª Divisão B. Na temporada seguinte, em 1994/1995, Valada começou por representar o SC Pombal, porém, a meio da época rumou ao Sporting da Covilhã para ajudar o nosso clube a sair da 3ª Divisão Nacional. E esse objectivo foi mesmo alcançado por Valada e colegas, visto que o emblema serrano concluiu a Série C do referido escalão no 2º lugar, com o registo de cinco vitórias consecutivas nas derradeiras cinco jornadas, ficando somente atrás do Cucujães e conquistando desta forma o direito de subida à 2ª Divisão B. Valada actuava em terrenos atacantes, continuando depois a sua carreira por diversos clubes, nomeadamente, SL Fanhões, Sintrense, Casa Pia, Anadia e AD Oeiras. Que memórias ficaram de Valada com a camisola covilhanense?

Actualizado em Terça, 03 Abril 2018 08:53
 
SC Covilhã 1 Académico de Viseu FC 3
Sexta, 30 Março 2018 00:00

Makouta remata à baliza do Académico

Depois do regresso aos triunfos na passada jornada, o Sporting Clube da Covilhã não conseguiu repetir o feito nesta ronda, visto que foi derrotado por 1-3 pelo Académico de Viseu Futebol Clube, num jogo que começou a ter um cenário negativo logo na primeira parte, numa manhã marcada pelo frio, chuva, neve, vento e sol.

O emblema covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x3x3, com Vítor São Bento na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Zarabi, Joel e Renato Reis, ficando Abalo, Makouta e Gilberto no meio campo, com Fatai, Moses e Onyeka em funções atacantes. O início do encontro até foi prometedor para as cores serranas, porque aos 4 minutos, somente uma boa defesa do guardião Peçanha impediu que o cabeceamento de Zarabi inaugurasse o marcador. Mais certeiro revelou-se o Académico aos 16 minutos, em que Renato Reis perdeu a bola para Avto e o georgiano isolou Kwame Nsor para o remate triunfal. E volvidos alguns instantes, os forasteiros ameaçaram dilatar a contagem, porém, o guarda-redes Vítor São Bento defendeu com categoria a acção de Avto. No entanto, aos 24 minutos, os viseenses alcançaram mesmo o segundo golo por intermédio de Bura, que cabeceou com êxito um canto apontado por Avto na esquerda. O Covilhã sentiu sérias dificuldades em responder aos tentos sofridos e jamais voltou a importunar seriamente a defensiva adversária nesta etapa inicial. Ao intervalo: 0-2.

No segundo tempo, os pupilos de José Augusto estiveram mais pressionantes e Fatai deu o primeiro sinal de perigo aos 58 minutos, rematando por alto em posição favorável para ser feliz. E aos 60 minutos, o recém-entrado Reinildo conseguiu reduzir a desvantagem ao levar a melhor sobre Peçanha depois de um longo passe de Makouta, animando assim os adeptos serranos para o que faltava disputar. A formação covilhanense continuou a dominar o jogo e a procurar claramente o golo do empate, contudo, acabou por ser traída na sua ambição aos 72 minutos, pois, um rápido contra ataque academista levou a redonda até João Mário, que cruzou da direita para o desvio certeiro de Kwame Nsor. Com o 1-3 no marcador, o jogo ficou resolvido e apenas dois lances merecem referência até ao seu final: aos 76 minutos, os locais reclamaram um pontapé de penálti por suposta intervenção com o braço de um defensor visitante num remate de Onyeka; e aos 83 minutos, uma defesa segura de Vítor São Bento evitou novos festejos de Kwame Nsor. O derradeiro apito de João Pinheiro sentenciou a derrota do Sporting da Covilhã, que vai procurar vencer já na próxima jornada novamente no Estádio José Santos Pinto, que será visitado pelo Varzim.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/31/8

Actualizado em Segunda, 02 Abril 2018 11:49
 
Guedes
Terça, 27 Março 2018 00:00

Guedes jogava preferencialmente no sector defensivo, tendo sido contratado pelo Sporting da Covilhã para a época 1990/1991, depois de boas exibições com a camisola da Desportiva da Guarda. O nosso clube disputava então a Zona Centro da 2ª Divisão B e o campeonato até começou bem para Guedes e companheiros, com duas vitórias consecutivas, mas seguiu-se uma fase irregular nos resultados e o emblema serrano passou a frequentar quase sempre as posições a meio da tabela, terminando no 9º lugar. Guedes também jogou pelo conjunto covilhanense na Taça de Portugal, no entanto, foi somente uma partida, visto que os serranos foram logo eliminados pelo Estarreja na primeira ronda em que participaram. Na temporada seguinte, Guedes regressou à Desportiva da Guarda, concluindo depois a carreira ao serviço do Souropires. Que recordações existem das actuações de Guedes com o emblema covilhanense?

Actualizado em Terça, 27 Março 2018 09:18
 
SC Covilhã 1 SC Braga B 0
Domingo, 25 Março 2018 00:00

Fatai tenta deixar um minhoto para trás

Depois de oito jornadas seguidas sem uma única vitória na Ledman LigaPro, o Sporting Clube da Covilhã conseguiu somar três pontos na recepção ao equipa B do SC Braga, com o único golo da partida a surgir apenas aos 87 minutos, quando o remate de Abalo levou a bola até ao fundo das redes minhotas.

Com a pressão de regressar aos triunfos em cima dos serranos, a primeira parte não foi muito emotiva, visto que a bola passou bastante tempo no meio campo, o que impossibilitou lances de grande perigo junto de ambas as balizas. É certo que os comandados de José Augusto revelaram maior tendência atacante e tiveram a iniciativa de jogo, no entanto, o guardião Filipe não chegou a ser chamado a grandes intervenções, apesar de algumas acções protagonizadas por Fatai e Adul Seidi, sendo o nulo um resultado adequado para o período de descanso. Ao intervalo: 0-0.

A etapa complementar apresentou-se mais movimentada, continuando o Covilhã com maior empenho em busca do sucesso, porém, na fase inicial os lances perigosos estiveram novamente arredados do Estádio José Santos Pinto. Foi necessário aguardar pelo minuto 78 para se assistir a uma iniciativa de grande perigo, quando Fatai atirou para uma defesa de Filipe, sobrando a redonda para Reinildo desperdiçar a inauguração do marcador na recarga. Nos momentos seguintes, o protagonismo pertenceu ao guarda-redes Vítor São Bento, que defendeu para canto as iniciativas de Singh e de Lucas. O jogo estava mesmo mais animado e o golo acabou por acontecer aos 87 minutos para gáudio das hostes covilhanenses, pois, após um pontapé de canto e a intervenção de um defensor minhoto, o nigeriano Abalo rematou fora do alcance de Filipe. O SC Braga B ainda procurou o empate, mas foi o conjunto serrano que ameaçou dilatar a diferença por duas vezes, em lances assinados por Onyeka e por Reinildo, contudo o 1-0 seria sentenciado como desfecho final com o último apito do árbitro André Narciso. Com este êxito, o Sporting da Covilhã está agora com oito pontos de vantagem para a zona de despromoção, quando faltam disputar oito jornadas para o final da competição, seguindo-se novo jogo em casa na sexta-feira, agora com o Académico de Viseu.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/29/3

Actualizado em Domingo, 25 Março 2018 20:48
 
Luís Alberto
Terça, 20 Março 2018 00:00

Luís Alberto começou a jogar futebol federado nos escalões jovens do SL Benfica, onde as boas exibições nas alas do meio campo valeram-lhe quatro internacionalizações por Portugal nos sub-16. Depois dos juniores benfiquistas, a estreia de Luís Alberto a nível sénior foi com a camisola do Elvas, representando em seguida Estrela da Amadora e Atlético do Cacém, destacando-se neste último clube numa eliminatória da Taça de Portugal na época 1986/1987 com o Sporting da Covilhã, que só ficou resolvida a favor das cores serranas no prolongamento do jogo de desempate. Na temporada seguinte, Luís Alberto foi apresentado como reforço da formação covilhanense, que na altura militava na 1ª Divisão Nacional, mas acabou por ser utilizado somente em seis jogos, numa época com poucos triunfos para os serranos, visto que não foram além do último lugar do principal escalão do futebol português. A carreira prosseguiu depois por vários clubes a nível nacional, concretamente, GD Bragança, Juventude de Évora, Seixal FC, Santa Clara, Casa Pia AC e CD Cova da Piedade. Que memórias ficaram das exibições de Luís Alberto?

  

Actualizado em Terça, 20 Março 2018 09:49
 
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