História do Sporting Clube da Covilhã
Júlio Ramos
Terça, 14 Janeiro 2020 00:00

As boas exibições de Júlio Ramos pelos juniores da AD Estação no campeonato nacional possibilitaram-lhe a transferência para o Sporting da Covilhã na época 1984/1985, onde cumpriu a sua primeira temporada como sénior. Júlio jogava preferencialmente a defesa lateral, mas não teve grandes hipóteses de brilhar numa equipa constituída por bons valores, com o emblema serrano a garantir o 1º lugar na Zona Centro da 2ª Divisão Nacional e a consequente subida ao mais alto patamar do futebol português. Mesmo a participação na Taça de Portugal foi muito positiva para Júlio e colegas, visto que a equipa covilhanense só foi eliminada nas meias-finais em pleno Estádio da Luz ao perder 2-0 com o SL Benfica. Sem oportunidades para jogar, Júlio teve que rumar a outros objectivos (representou a Desportiva do Fundão e o Nisa e Benfica), porém, certamente que não faltarão lembranças da sua presença no plantel serrano nesta época memorável para as nossas cores…

Actualizado em Terça, 14 Janeiro 2020 09:43
 
SC Covilhã 1 GD Estoril Praia 0
Sábado, 11 Janeiro 2020 00:00

Kukula cabeceia para o único golo da partida

O Sporting Clube da Covilhã alcançou na recepção ao Grupo Desportivo Estoril Praia a sua segunda vitória consecutiva na LigaPro, com o golo apontado por Kukula aos 68 minutos a ser suficiente para garantir os três pontos nas contas dos comandados do treinador Daúto Faquirá.

O conjunto serrano apresentou-se em campo com Carlos Henriques na baliza, acompanhado na defensiva por Tiago Moreira, Jaime Simões, Brendon e Agostinho Soares, estando o meio campo entregue a Filipe Cardoso, Bonani, Gilberto e Jean Batista, ficando Mica Silva no apoio directo ao avançado Kukula. Os primeiros momentos da partida apresentaram um onze visitante mais virado para o ataque, obrigando o guardião Carlos Henriques a uma saída eficaz logo aos 4 minutos perante a ameaça de Roberto. Aos 11 minutos, os estorilistas introduziram mesmo a bola nas redes locais por Juninho, mas o lance foi anulado pela arbitragem liderada por Hugo Silva por suposto fora de jogo. Os serranos revelaram algumas dificuldades em instalarem-se no meio campo adversário, isto, porque o Estoril estava melhor no encontro, voltando a incomodar Carlos Henriques aos 27 minutos, quando Juninho atirou rasteiro para uma defesa atenta do guarda-redes anfitrião. Foi necessário aguardar pelo minuto 39 para o Covilhã causar algum impacto no jogo, com Mica a rematar contra o defesa central Marcos Valente em zona muito perigosa, seguindo a redonda para canto. Ao intervalo: 0-0.

Mica pressionado por Daniel Bragança

A segunda parte foi totalmente diferente, pois, os jogadores covilhanenses surgiram com uma dinâmica elevada e criaram de imediato duas acções complicadas para a defensiva opositora: aos 46 minutos, Kukula atirou para golo, mas a jogada foi invalidada pela arbitragem por pretenso fora de jogo do cabo-verdiano; e aos 49 minutos, um livre cobrado por Bonani possibilitou uma espectacular intervenção a Dani Figueira para manter o nulo no marcador. O encontro estava movimentado e aos 68 minutos aconteceu o único golo da partida, com Kukula a cabecear com êxito um cruzamento de Mica junto à linha de fundo, levando assim a alegria aos apoiantes serranos. A reacção estorilista não se fez esperar e o empate chegou a pairar no Estádio Santos Pinto, principalmente em três situações: aos 73 minutos, Franco cabeceou ao lado das redes locais; aos 84 minutos, só a coragem de Tiago Moreira impediu o sucesso do remate de Careca; e aos 86 minutos, em posição favorável para festejar, Roberto cabeceou fraco para as mãos de Carlos Henriques. Numa das respostas em contra ataque, os serranos também ameaçaram dilatar a diferença aos 88 minutos, mas Deivison rematou por alto já perto da baliza de Dani Figueira e não alterou o resultado final de 1-0. Com este triunfo, o Sporting da Covilhã ainda não perdeu sob a orientação do técnico Daúto Faquirá, seguindo-se uma deslocação ao terreno do Farense na manhã do próximo domingo.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de jogo: https://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20192020/ligapro/16/8

Actualizado em Segunda, 13 Janeiro 2020 10:12
 
Cardoso
Terça, 07 Janeiro 2020 00:00

Cardoso envergou durante várias épocas a camisola do CF Os Belenenses, desde dos escalões jovens até à equipa principal, assumindo papel de destaque no sector intermediário, chegando a ser Internacional por Portugal na categoria de Esperanças. Cardoso foi um jogador de referência na 1ª Divisão Nacional, com quase duzentos encontros neste escalão, não somente pelo emblema azul de Lisboa, mas também pelo União de Tomar, onde rumou após a sua saída do Belenenses. Do conjunto nabantino, Cardoso veio para o Sporting da Covilhã na temporada 1976/1977, onde actuou durante duas épocas na Zona Norte da 2ª Divisão, ajudando com a sua experiência a alcançar um 4º e um 10º lugar, sendo um atleta quase sempre titular, seja no meio campo, seja na defesa. Antes de concluir a carreira no Monte da Caparica AC, Cardoso representou ainda o Alcanenense e o CA Pêro Pinheiro. Que recordações existem de Cardoso no onze serrano?

Actualizado em Terça, 07 Janeiro 2020 10:04
 
Casa Pia AC 1 SC Covilhã 4
Domingo, 05 Janeiro 2020 00:00

Pela primeira vez na história do futebol português, Sporting Clube da Covilhã e Casa Pia Atlético Clube disputaram um jogo oficial, que será de boa memória para o nosso clube, visto que venceu por 1-4 no histórico Estádio Pina Manique, em Lisboa, e subiu ao 6º lugar da LigaPro.

O emblema serrano apresentou-se em campo com Carlos Henriques na baliza, acompanhado na defensiva por Tiago Moreira, Brendon, Zarabi e Agostinho Soares, estando o meio campo entregue a Filipe Cardoso, Bonani, Gilberto e Jean Batista, ficando Mica no apoio directo ao avançado Kukula. Os lisboetas estiveram melhor na fase inicial da partida, com Wilson Kenidy a causar algumas dificuldades aos defensores visitantes, sendo o autor de dois remates às malhas exteriores da baliza defendida por Carlos Henriques. No entanto, o cenário começou a mudar aos 18 minutos, quando Bonani assinou um remate cruzado que levou a bola ao poste da baliza de Van der Laan e demonstrou que o Covilhã estava em campo para vencer. E aos 27 minutos, os serranos abriram mesmo o marcador por intermédio de Kukula, que fugiu aos defensores do Casa Pia após um livre de Bonani e provocou a primeira explosão de alegria dos mais de cem adeptos forasteiros presentes no Pina Manique. Os comandados de Daúto Faquirá não abrandaram o ritmo e aumentaram a diferença aos 34 minutos por Mica, que concluiu com classe um bom passe de Gilberto. Ainda antes do tempo de descanso, só a intervenção de um jogador local impediu o sucesso do contra ataque conduzido por Jean Batista. Ao intervalo: 0-2.

Para a segunda parte, o Covilhã voltou com a mesma dinâmica e alcançou o terceiro golo logo aos 47 minutos por Kukula, que bisou através de uma boa jogada finalizada com um remate fora do controlo de Van der Laan. Apesar da clara superioridade do onze serrano, o encontro não perdeu interesse, pois, o Casa Pia esforçou-se por reduzir a desvantagem e os covilhanenses não perderam o foco nas redes adversárias, o que foi bom para o jogo não adormecer. Aos 78 minutos, o emblema lisboeta conseguiu o seu único tento na partida por Jorge Ribeiro, que converteu com êxito um pontapé de penálti assinalado pelo árbitro Dinis Gorjão, ao considerar faltosa a intervenção de Zarabi sobre Tharcysio. Contudo, aos 82 minutos, foram os serranos que fixaram o resultado em 1-4 por Mica, que também bisou com grande técnica após uma acção com Tiago Moreira. Aos 90+3 minutos, os casapianos ficaram reduzidos a dez unidades por expulsão de Caio Marcelo, que derrubou o isolado Deivison. Com este triunfo, o Sporting da Covilhã colocou ponto final na série de sete jogos consecutivos sem vencer na Segunda Liga, recebendo no próximo sábado o Estoril Praia no Estádio Santos Pinto.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Eugénio Lopes.

Ficha de jogo: https://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20192020/ligapro/15/8

Actualizado em Domingo, 05 Janeiro 2020 21:58
 
José Pacheco Lança
Segunda, 30 Dezembro 2019 00:00

José Pacheco Lança foi guarda-redes do Sporting Clube da Covilhã durante três épocas, entre 1932 e 1935, sendo proveniente da equipa alentejana do União Sporting Clube, um dos emblemas que deu origem ao, mais conhecido actualmente, Desportivo de Beja. José Pacheco Lança defendeu a baliza serrana no tempo em que os campeonatos ainda não tinham a organização a que estamos agora habituados, no entanto, o guardião covilhanense teve a oportunidade de integrar o nosso clube em jogos no estrangeiro, concretamente, em Espanha. Foi no tempo de José Pacheco Lança que o emblema covilhanense actuou em Salamanca, um jogo com a histórica Unión Deportiva, e em Cáceres, duas partidas com a selecção local. É certo que os resultados foram sempre desfavoráveis para o conjunto serrano, no entanto, fica a experiência internacional de José Pacheco Lança e colegas, algo pouco frequente na década de 30 no futebol português. Que memórias ficaram de José Pacheco Lança na baliza covilhanense?

Actualizado em Segunda, 30 Dezembro 2019 17:03
 
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