História do Sporting Clube da Covilhã
SC Covilhã 0 Marítimo B 1
Domingo, 10 Fevereiro 2013 00:00

Paulo Grilo envolvido na luta pela posse de bola

Mais uma derrota comprometedora do Sporting Clube da Covilhã, desta vez na recepção ao Marítimo B pela margem mínima, num resultado que só não teve maiores consequências na tabela classificativa devido aos desfechos dos jogos dos adversários directos na luta pela permanência na Segunda Liga.

A formação covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Jorge Baptista na baliza e um quarteto defensivo formado por Gilberto, Buba, Edgar e Paulo Grilo, jogando à sua frente Nené e Carlos Manuel, ficando Gui, Tarcísio e Pimenta no apoio ao ponta de lança Fabrício. Numa partida condicionada pelo vento forte e pela chuva, os serranos entraram bem no jogo e conseguiram colocar a bola nas redes madeirenses logo no primeiro minuto por Fabrício, no entanto, foi assinalado fora de jogo ao avançado brasileiro e o nulo manteve-se no marcador. Os locais estavam numa posição dominante e aos 11 minutos estiveram perto do golo, mas o remate de Fabrício encontrou a oposição do guarda-redes José Sá. A resposta do Marítimo B surgiu aos 13 minutos na cobrança de um livre directo, com André Ferreira a quase surpreender o guardião Jorge Baptista. Com o avançar do relógio, o encontro foi perdendo interesse, algo que se prolongou até ao final da primeira parte, exceptuando dois lances um pouco depois da meia hora: aos 31 minutos, um remate de Ytalo passou próximo das redes serranas; e aos 33 minutos, uma acção de Gui foi eficazmente interceptada pelo defesa Ricardo Alves. Ao intervalo: 0-0.

 

Carlos Manuel tenta passar por Armando

A etapa complementar teve um início movimentado e com jogadas perigosas, visto que aos 49 minutos, uma intervenção atenta de Jorge Baptista impediu o êxito do remate de Romeu Ribeiro, e aos 51 minutos, Gui não encontrou a melhor maneira de bater José Sá em plena grande área e livre de marcação. Porém, o encontro caminhou outra vez para uma fase sem qualquer emoção, embora com um Covilhã mais empenhado em chegar ao triunfo, com o técnico Fanã a colocar Moreira e Pedro Henrique em zonas atacantes, no entanto, sem efeitos práticos no terreno de jogo. Quando o nulo parecia não sofrer contestação, eis que surge o golo do Marítimo B aos 82 minutos, com Ruben Brígido a atirar rasteiro para o fundo das malhas locais. Os covilhanenses ainda procuraram reagir à desvantagem, mas sem criarem um verdadeiro lance de perigo, sendo mesmo os madeirenses a ameaçarem aumentar a contagem aos 87 minutos, quando João Vieira ficou a um toque do sucesso. Com este desaire, o Covilhã vê a diferença para a linha de descida reduzida para um ponto, seguindo-se uma deslocação ao terreno do Arouca no próximo domingo.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto.

Ficha de Jogo: http://www.lpfp.pt/segunda_liga/pages/jogo.aspx?epoca=20122013&jornada=27&jogo=7688

 

 

Actualizado em Segunda, 11 Fevereiro 2013 10:43
 
João Peixe
Quinta, 07 Fevereiro 2013 00:00

Na sequência de entrevistas anteriores, o site www.historiascc.com continua a salientar nomes destacáveis na vida do Sporting Clube da Covilhã, entrevistando desta vez João Peixe, que representou o emblema serrano entre 1998 e 2000, assinando boas exibições a mostrando-se como um exímio goleador, ajudando o nosso clube a conquistar o título de Campeão Nacional da 2ª Divisão B - Zona Centro na época 1998/1999, tendo marcado 16 golos nas duas épocas em que representou o emblema serrano.

Actualmente, João Peixe é massagista e técnico de fisioterapia

1 – Como surgiu o convite para ingressar no SC Covilhã?

Foi através do Mister António Jesus, que já na época anterior me tinha convidado, mas só na época seguinte fui para o Sporting Clube da Covilhã.

2 – Quais os factores que provocaram o êxito da equipa de 1998/99, que conseguiu a subida à Liga de Honra com considerável vantagem de cinco pontos na Zona Centro e onde João Peixe foi o melhor marcador do SCC com 12 golos?

Foram vários os factores de sucesso, como a estabilidade que o clube vivia naquele momento, quer financeiramente, quer ao nível de condições de trabalho, aliado à capacidade de liderança, experiência e valor do treinador António Jesus e sua equipa técnica, assim como o grande valor dos jogadores, quer ao nível humano, quer como profissionais.

3 – João Peixe é o jogador português que representou mais clubes em Portugal, no Sporting da Covilhã ficou durante duas épocas, foi um clube importante na sua carreira?

Foi um clube muito importante, porque devolveu-me o hábito de vitórias e de marcar golos e voltei a sentir-me jogador, com o Estádio Santos Pinto sempre com uma boa moldura humana e sempre a apoiar a equipa. Foi muito bom numa altura difícil da minha carreira.

4 – Foi campeão Europeu de Sub-18 em 1994, em Espanha, onde pontificavam nomes como Nuno Gomes, Dani, Quim, Beto, que mais tarde representaram clubes grandes em Portugal, sendo na altura João Peixe um dos nomes mais promissores desta seleção, o que faltou para singrar no Benfica?

Penso que faltou mais aposta da parte do clube. Quando subi a sénior, coincidiu com a entrada em vigor da   “lei Bosman “, que definiu a livre circulação de jogadores comunitários ,mas também cometi os meus erros, é verdade, mas nada que justificasse o “abandono” da parte do Benfica.

João Peixe envergou a nossa camisola entre 1998 e 2000

5 - Acompanha actualmente o SC Covilhã?

Sim, acompanho através da imprensa desportiva, internet e por vezes na televisão.

6 - Qual sua actividade no presente?

Sou massagista e técnico de fisioterapia. Tenho uma clínica onde exerço esta actividade e onde recebo muitos jogadores de Futebol

7 O que gostaria de referir que não foi mencionado anteriormente?

Que o Sporting Clube da Covilhã marcou a minha carreira desportiva. Fui muito feliz na Covilhã e gosto muito da cidade e das suas gentes, assim como de todo o distrito de Castelo Branco, que foi onde mais sucesso tive, quer colectivamente, quer individualmente. Também gostava de agradecer e dar os parabéns a todos os que fazem parte do site historiascc, pois, prestam um grande serviço, na divulgação do passado e do presente do Sporting Clube da Covilhã.

 João Peixe deu espectáculo com as cores serranas 

Actualizado em Quinta, 07 Fevereiro 2013 10:01
 
Pombo
Quarta, 06 Fevereiro 2013 00:00

O covilhanense Pombo assinou pelo Sporting da Covilhã na temporada 1998/1999, tendo sido contratado ao Idanhense, dando assim início a uma ligação ao emblema serrano de cinco temporadas em períodos alternados. Pombo integrou os plantéis que garantiram duas subidas à 2ª Divisão de Honra: em 1998/1999, garantindo o 1º lugar na Zona Centro da 2ª Divisão B, depois de uma luta emocionante com Sanjoanense e Lourinhanense; e em 2001/2002, com novo triunfo na Zona Centro da 2ª Divisão B, desta vez após intensa disputa com o SC Pombal. Pombo prosseguiu depois a carreira por outros clubes, como Lusitânia, Benfica e Castelo Branco, Sanjoanense, Esmoriz e Machico, tendo regressado ao Sporting da Covilhã na temporada 2007/2008 e para celebrar nova subida à 2ª Divisão de Honra, agora através do dramático desempate por pontapés da marca de grande penalidade com o Olivais e Moscavide no “play-off”. Pombo jogava a defesa esquerdo e deve ter deixado diversas memórias das suas actuações…

Actualizado em Quarta, 06 Fevereiro 2013 10:10
 
Atlético CP 0 SC Covilhã 0
Domingo, 03 Fevereiro 2013 00:00

Depois de três jornadas consecutivas sem pontuar, o Sporting Clube da Covilhã conseguiu somar um ponto na deslocação ao terreno do Atlético Clube de Portugal, numa partida que terminou sem golos, embora não tenham faltado oportunidades para o marcador funcionar.

Os serranos apresentaram-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Jorge Baptista na baliza e um quarteto defensivo formado por Gilberto, Buba, Gaspar e Paulo Grilo, jogando à sua frente Edgar e Carlos Manuel, ficando Gui, Tarcísio e Pimenta no apoio ao ponta de lança Fabrício. O jogo começou praticamente com um lance perigoso dos visitantes, visto que um passe de Tarcísio isolou Pimenta, que atirou ao lado diante do guardião Filipe Leão. Os lisboetas não demoraram a responder, porque aos 4 minutos, Rui Varela surgiu perante o guarda-redes Jorge Baptista, mas também não conseguiu acertar nas redes adversárias. O encontro prometia emoção, algo que voltou a acontecer aos 16 minutos e novamente a passe de Tarcísio, só que agora foi Gui que não tirou bem as medidas à baliza opositora. Após uma ligeira acalmia, o jogo voltou a animar depois da meia hora: primeiro, aos 32 minutos, Rui Varela chegou a colocar a bola nas malhas serranas, porém, o lance já estava anulado por indicação do árbitro assistente de Hugo Miguel; depois, no minuto seguinte, Gui não conseguiu cabecear um posição privilegiada para fazer golo; e aos 41 minutos, um cruzamento traiçoeiro de Fabrício obrigou Filipe Leão a uma intervenção atenta.

Para o segundo tempo, o Covilhã continuou a acreditar que podia alcançar o primeiro triunfo forasteiro no campeonato, delineando duas acções delicadas para os locais por Fabrício, que aos 50 minutos ainda passou por Filipe Leão, mas depois ficou sem ângulo de remate, e aos 57 minutos, rematou contra um defensor adversário em plena grande área. Os serranos estavam a actuar em bom plano e aos 64 minutos estiveram muito perto do golo, pois, o remate de Tarcísio acertou na barra e na sequência da jogada apareceu Gui a atirar para boa defesa de Filipe Leão. A meio da segunda parte, a formação de Alcântara começou a jogar mais tempo no meio campo contrário, mas a defensiva serrana nunca passou por demasiadas dificuldades, com excepção do minuto 67, em que Rui Varela cabeceou um pouco ao lado após um canto. Aos 69 minutos, Buba saiu lesionado e o técnico Fanã teve que recuar Edgar para defesa central, fazendo entrar Milton para o meio campo. Quem também entrou em campo foi o brasileiro Pedro Henrique aos 78 minutos, que se estreou com a camisola covilhanense ao substituir Fabrício na frente de ataque. O último apito de Hugo Miguel sentenciou o nulo como resultado final, um desfecho que permite ao Covilhã aumentar para dois pontos a diferença em relação à zona de descida de divisão, recebendo no próximo domingo o Marítimo B.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://www.lpfp.pt/segunda_liga/pages/jogo.aspx?epoca=20122013&jornada=26&jogo=7662

Actualizado em Domingo, 03 Fevereiro 2013 19:50
 
Cordeiro
Quarta, 30 Janeiro 2013 00:00

Cordeiro concluiu os escalões de formação na AD Estação, integrando depois o seu plantel sénior, de onde transitou para o Sporting da Covilhã na época 2003/2004, iniciando assim uma ligação de cinco temporadas ao nosso emblema. Cordeiro jogava preferencialmente como defesa esquerdo, tendo ajudado os covilhanenses em duas subidas à 2ª Liga: primeiro em 2004/2005, com a conquista da Zona Centro da 2ª Divisão B após uma interessante disputa com Mafra e Académico de Viseu; depois em 2007/2008, com o triunfo na Série C da 2ª Divisão B que valeu a participação no “play-off” de subida com o Olivais e Moscavide, somente decidido no desempate por pontapés da marca de grande penalidade. No entanto, nem só de alegrias viveu Cordeiro na sua passagem pelos serranos, visto que também passou por duas descidas da 2ª Liga à 2ª Divisão B, mas saliente-se antes os 115 jogos em que Cordeiro envergou a camisola covilhanense, entre partidas do campeonato e da Taça de Portugal, nos quais apontou cinco golos. Cordeiro prosseguiu depois a carreira no Operário, Académico de Viseu, Penamacorense, Rabo de Peixe e Capelense, representando actualmente a AD Estação, existindo certamente várias recordações das suas exibições…

Actualizado em Quarta, 30 Janeiro 2013 10:03
 
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