História do Sporting Clube da Covilhã
Viseu
Quarta, 10 Outubro 2012 00:00

José Carlos Campos ficou conhecido nos meios futebolísticos por Viseu, tendo iniciado a sua carreira nos Leões da Floresta, prosseguindo depois por Covilhã e Benfica e Pinhelenses, de onde se transferiu para o Sporting da Covilhã na temporada 1970/1971. Nessa altura, o emblema serrano oscilava entre a 2ª e a 3ª Divisão Nacional, com Viseu a participar em duas subidas ao escalão secundário: em 1970/1971, após vitória no Torneio de Competência com Fafe, Sanjoanense e Vizela; e em 1974/1975, depois do 1º lugar alcançado na Série B, com confortável vantagem sobre a Naval. Esta última temporada de Viseu ao serviço do clube ficou marcada pelo sucesso, porque além da subida de divisão, os covilhanenses chegaram aos Oitavos de Final da Taça de Portugal (derrota com o Boavista por 0-2) e à final do Nacional da 3ª Divisão (vencida pela União de Santarém). Viseu jogava a defesa e a médio, salientando-se pela sua notável entrega ao jogo, sendo um exemplo para os mais jovens e deixando certamente várias memórias entre os seguidores serranos…

 

 

Actualizado em Quarta, 10 Outubro 2012 08:55
 
José Roque da Costa Cabral
Terça, 09 Outubro 2012 20:51

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José Roque da Costa Cabral nasceu na Covilhã a 3 de Maio de 1914. Industrial de lanifícios, solteiro, foi uma conceituado e respeitado covilhanense, chegando a ser Vereador da Câmara Municipal da Covilhã.

Iniciou-se no dirigismo do Sporting da Covilhã nas décadas de quarenta e cinquenta, integrando varias direções dos Presidentes Ernesto Cruz e Fernando Alçada.

Dedicado diretor, onde desempenhou cargos de liderança das comissões das Feiras Populares do Sporting Clube da Covilhã, alcançando grandes êxitos artísticos e financeiros para o seu clube.

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Dessas comissões de festas, que chegaram a trazer à Covilhã grandes nomes do panorama nacional, como Amália Rodrigues e outros, levando ao rubro os milhares de covilhanenses que se deslocavam ao jardim público. Faziam parte dessas comissões nomes como José Mesquita Nunes, José da Silva Ferrão, Jerónimo dos Santos, José Ferreira dos Santos, José de Sousa Gaspar, Manuel da Costa Faria, Manuel Matias Figueiredo, Eurico Pereira Nina, António Lopes de Andrade entre outros, que trabalhavam noite e dia para o grande êxito da Feira.

Nas muitas direções de que fez parte, desempenhou varias funções e acompanhou em muitas ocasiões a equipa de futebol como dirigente responsável pela modalidade.

José Roque Cabral foi sem dúvida um amigo do Sporting da Covilhã, um dirigente dedicado e empreendedor, dando sempre brilhantismo às tarefas que desempenhou com grande paixão pelo nosso clube.

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Mambros da Comissão festas do SCC, em descanso após mais uma dia de festa, na imagem José Roque Cabral, Jerónimo dos Santos, Manuel Matias, António Andrade, José Ferrão.

Autor – Carlos Miguel Saraiva

https://www.facebook.com/#!/miguel.saraiva.18

 

 





 
SC Covilhã 0 SC Freamunde 0
Domingo, 07 Outubro 2012 00:00

Dani Matos perante a oposição de Lio

O Sporting Clube da Covilhã continua a somar empates na Segunda Liga, indo já no terceiro consecutivo, visto que não foi além de um nulo na recepção ao Sport Clube Freamunde, precisamente o último classificado do campeonato e que vinha de uma mudança de treinador.

Os serranos apresentaram-se em campo num esquema de 1x3x4x1x2, com Jorge Baptista na baliza, estando à sua frente Edgar, Gaspar e Ricardo Rocha, ficando a zona intermediária entregue a Dani Matos, Gilberto, Nené e Paulo Grilo, com Tarcísio mais perto dos avançados Adriano Castanheira e Fabrício. Os locais entraram na partida com vocação ofensiva e instalaram-se no meio campo adversário, conseguindo alguns lances mais problemáticos para a baliza visitante, com destaque para o minuto 14, em que Paulo Grilo isolou Fabrício, mas o avançado brasileiro permitiu a defesa de Tó Figueira. O Freamunde actuava mais na defensiva e apenas numa ou noutra arrancada progredia para zonas mais avançadas, no entanto, o Covilhã revelava-se superior e delineou mais duas jogadas de perigo: aos 20 minutos, Dani Matos cruzou para o cabeceamento de Adriano Castanheira, com a bola a passar ligeiramente por cima da barra; e aos 27 minutos, novo cruzamento de Dani Matos, desta vez para Fabrício cabecear torto em plena área. Depois da meia hora, os locais baixaram de rendimento e a partida caminhou para um período sem grandes motivos de interesse.

Jorge Baptista vai defender o remate de Bock

Após o intervalo, a primeira acção de perigo foi protagonizada pelo experiente Bock, que aos 50 minutos obrigou Jorge Baptista a uma intervenção atenta. Porém, a resposta serrana não se fez esperar e aos 52 minutos, Adriano Castanheira cabeceou para a malha superior. Aos 60 minutos, o técnico Filipe Moreira colocou em campo João Rodrigues, numa fase do jogo em que o Covilhã estava em crescimento, assinando mais duas ameaças para o nulo que permanecia no marcador: aos 62 minutos, Nené atirou rasteiro para uma defesa complicada de Tó Figueira; e aos 64 minutos, de novo Tó Figueira em destaque, agora perante a iniciativa de Fabrício. O treinador Filipe Moreira fez depois entrar Moreira e Gui (este para o lugar do desagradado João Rodrigues, que tinha entrado minutos antes) e os locais continuaram a procurar o golo, sucedendo-se os lances na área nortenha, mas a falta de pontaria serrana (mesmo com Gaspar integrado no ataque) e a boa exibição de Tó Figueira foram impedindo o êxito covilhanense. Já em tempo de compensação, o Freamunde ficou reduzido a dez unidades por acumulação de amarelos de Lio, mas foi precisamente nestes últimos instantes que a felicidade esteve quase a ser total para os visitantes, visto que Bock assinou um bom trabalho e rematou para uma defesa de grande categoria de Jorge Baptista, que assim garantiu o 0-0 como resultado final. Na próxima semana regressa a Taça da Liga, com o Covilhã a deslocar-se ao terreno da Académica, partindo com duas bolas de vantagem.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://www.lpfp.pt/segunda_liga/pages/jogo.aspx?epoca=20122013&jornada=9&jogo=7749

Actualizado em Segunda, 08 Outubro 2012 09:17
 
Janos Hrotko
Quarta, 03 Outubro 2012 00:00

Janos Hrotko, natural da Hungria, foi um médio de reconhecida qualidade, sendo internacional pelo seu país e actuando em diversos campeonatos europeus para além da Hungria, como por exemplo, Itália (Bari e Pro Sesto), Espanha (Saragoça) e Portugal, onde chegou em 1953 para representar o Sporting CP. Em 1955/1956, Hrotko transferiu-se para o Sporting da Covilhã, tendo ajudado o nosso clube a alcançar a melhor classificação de sempre na 1ª Divisão Nacional, o 5º lugar com vantagem confortável sobre a equipa seguinte na classificação, com Hrotko a envergar a camisola serrana em 23 jogos, nos quais apontou sete golos. Terminada a carreira de futebolista, Hrotko continuou no futebol na função de treinador, orientando vários emblemas, como Atlético, Lusitano de Évora, Torreense, Marítimo, Leixões, Olhanense, entre outros, ficando definitivamente radicado em Portugal. Que outras recordações permanecem de Janos Hrotko?

Actualizado em Quarta, 03 Outubro 2012 08:59
 
CD Trofense 1 SC Covilhã 1
Domingo, 30 Setembro 2012 00:00

Na deslocação ao terreno do Clube Desportivo Trofense, o Sporting Clube da Covilhã alcançou um empate a uma bola, merecendo destaque o facto de ter actuado apenas com dez unidades a partir dos 41 minutos, altura em que também sofreu o golo local.

Os serranos entraram melhor na partida e logo aos 5 minutos reclamaram uma grande penalidade, devido a uma eventual intervenção com o braço de um defensor local, mas o árbitro João Capela não vislumbrou qualquer infracção. Aos 7 minutos, um remate de Adriano Castanheira obrigou o guardião Marco a uma defesa a dois tempos para evitar os festejos visitantes. A resposta local apenas surgiu aos 17 minutos, na sequência de um canto, com um cabeceamento de Paulinho a passar muito perto das redes de Jorge Baptista. Com o avançar do relógio, o jogo foi perdendo qualidade, embora revelando um Covilhã mais ambicioso, enquanto o Trofense esperava por um erro adversário. O minuto 41 foi muito importante para o desenrolar do encontro, não somente porque Paulinho assinou um belo golo e colocou os locais na liderança do marcador, mas também porque Pimenta foi expulso por acumulação de amarelos, numa falta precisamente anterior ao remate decisivo de Paulinho. Apesar destas contrariedades, os serranos ainda ameaçaram chegar ao empate aos 44 minutos, quando Nené cabeceou ligeiramente torto. Ao intervalo: 1-0.

Na segunda parte, e mesmo condicionado pela inferioridade numérica, os comandados de Filipe Moreira nunca desistiram de procurar o tento da igualdade, que acabou por surgir aos 65 minutos, quando na sequência de um livre de Gilberto, Tarcísio atirou para o fundo das malhas nortenhas. O Trofense tentou alterar o rumo dos acontecimentos, mas somente aos 87 minutos pairou no ar novo golo, pois, o árbitro João Capela assinalou um penálti muito contestado pelos visitantes, porém, Jorge Baptista defendeu para canto a conversão de Paulinho. O Sporting da Covilhã conseguiu segurar um ponto, o que dadas as circunstâncias do jogo, até tem um sabor mais positivo do que seria normal. Na próxima jornada, os covilhanenses vão procurar encerrar a série de três jogos consecutivos sem vencer, recebendo o Freamunde no Complexo Desportivo.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://www.lpfp.pt/segunda_liga/pages/jogo.aspx?epoca=20122013&jornada=8&jogo=7735

Actualizado em Domingo, 30 Setembro 2012 17:41
 
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Livro História do Sporting Clube da Covilhã 1923-1990 disponível para aquisição na Foto Académica, localizada nas Escadas do Quebra Costas n.º 2 - Covilhã

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