História do Sporting Clube da Covilhã
Ernesto Cruz
Domingo, 05 Fevereiro 2012 19:42

Sr._Ernesto_Cruz

Ernesto Cruz nasceu na Covilhã á 11 de novembro de 1906. Industrial e empresário de sucesso, impulsionador da indústria de lanifícios. Foi casado com D. Ilda Cândida Mac-Bride Casaleiro Torres Cruz. Teve cinco filhos.

Em 1923, com dezassete anos, fez parte da primeira equipe do Sporting Clube da Covilhã. Juntamente como o seu irmão Júlio Cruz, ambos fizeram parte dos primeiros jogos disputados pelo Sporting da Covilhã.

Iniciou-se no dirigismo em 1936 fazendo parte da direção do presidente Dr. Aprígio Cunha Tarouca. Nas épocas de 1943/45, 1946/48 e 1958/61, passou a desempenhar funções de presidente do Sporting Clube da Covilhã. Foi Presidente da Assembleia Geral, nas épocas 1941/43 e 1965/67. Na época de 1947/48, consegue o grande feito de fazer subir o Sporting Clube da Covilhã pela primeira vez a primeira divisão.

O presidente Ernesto Cruz foi sem dúvida um dos grandes impulsionadores do sucesso da subida á primeira divisão. Para isso contribuiu a contratação do treinador Janos Szabo, assim como excelente grupo de atletas, muitos deles contratados também como funcionários da sua empresa.

Destacou-se ainda como grande mentor de várias campanhas para ajudar o clube em situações de crises financeiras, fazendo várias comissões de donativos e várias campanhas de sócios. Muitos dos seus funcionários fizeram-se sócios do clube, ajudando voluntariamente com uma pequena parcela dos seus ordenados.

Ernesto Cruz foi sócio gerente de várias firmas, chegou a ter mais de seiscentos funcionários, foi diretor do Grémio dos Industriais de Lanifícios da Covilhã, Presidente do Clube União e chegou a ser o sócio nº 7 do Sporting Clube de Portugal. Foi sem dúvida um dos grandes nomes da história do Sporting Clube da Covilhã. Faleceu em 1969 com 62 anos de idade.

Texto – Miguel Saraiva



Actualizado em Sexta, 20 Setembro 2013 13:35
 
Paulo Campos
Quarta, 01 Fevereiro 2012 00:00

Paulo Campos assinou pelo Sporting da Covilhã na época 2005/2006, proveniente do Esmoriz, dando início a quatro temporadas com as cores serranas, onde protagonizou boas exibições no lado direito do ataque, embora revelando polivalência de posições. Paulo Campos salientou-se logo na época inaugural, mas os covilhanenses acabaram por não assegurar a manutenção na 2ª Liga, após um dramático empate (5-5) com o Desportivo de Chaves na última jornada. Na temporada seguinte, Paulo Campos ajudou o clube a alcançar o 4º lugar na série C da 2ª Divisão B, mas a subida de escalão estava guardada para a época posterior, sendo conquistada no terreno do Olivais e Moscavide, após um emocionante desempate por pontapés da marca de grande penalidade. No regresso à 2ª Liga, Paulo Campos continuou a ser uma referência do clube, que nessa temporada alcançou o 7º lugar, assegurando tranquilamente a manutenção e assinalando a despedida de Paulo Campos do emblema serrano depois de 113 jogos e 21 golos com a nossa camisola. Que outras memórias existem de Paulo Campos?

Actualizado em Quarta, 01 Fevereiro 2012 09:55
 
CF União da Madeira 1 SC Covilhã 1
Domingo, 29 Janeiro 2012 00:00

A deslocação à Madeira marcou o regresso do Sporting Clube da Covilhã aos pontos, neste caso foi apenas um, que resultou do empate com o União da Madeira no Estádio dos Barreiros, com o tento local a ser apontado aos 85 minutos, através de um castigo máximo cheio de polémica.

A primeira parte foi quase sempre equilibrada e sem grandes ocasiões de golo, no entanto, os serranos conseguiram festejar o tento inaugural aos 15 minutos, quando Ávalos desviou a bola para a sua própria baliza. Os madeirenses procuraram uma reacção à desvantagem, mas sem qualquer sucesso, embora tenham passado a actuar mais tempo no meio campo contrário, contudo, a defensiva covilhanense nem chegou a sentir demasiadas dificuldades. Ao intervalo: 0-1.

No segundo tempo, o União foi claramente superior e elaborou alguns lances perigosos para as redes serranas, onde o guardião Nuno Santos esteve em excelente plano. A resistência visitante apenas foi quebrada aos 85 minutos, quando o árbitro Jorge Tavares assinalou uma grande penalidade, muito contestada pelos covilhanenses, que foi convertida em golo por Bruno, fixando o resultado final em 1-1. Na próxima jornada, o Sporting da Covilhã recebe a Naval 1º Maio, numa partida em que os serranos vão procurar uma vitória que possibilite subir na tabela classificativa da Liga Orangina.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo:

http://www.lpfp.pt/liga_orangina/pages/jogo.aspx?epoca=20112012&jornada=17&jogo=7045

Actualizado em Domingo, 29 Janeiro 2012 14:02
 
Jacques
Quarta, 25 Janeiro 2012 00:00

Jacques começou a praticar futebol no Lusitano FC (Vila Real de Santo António), passando depois por Farense, Famalicão, SC Braga (por duas vezes) e FC Porto (onde foi o melhor marcador do Nacional da 1ª Divisão em 1981/1982 com 27 golos), antes de ingressar no Sporting da Covilhã em 1987/1988, vindo dos arsenalistas minhotos. Jacques esteve apenas uma temporada no emblema serrano, que naquela época disputou o escalão mais alto do futebol português, tendo participado em 21 jogos, nos quais assinou dois golos, no entanto, os covilhanenses não evitaram a despromoção ao patamar secundário e Jacques regressou ao seu clube formador em terras algarvias. Jacques era um ponta de lança muito oportuno, com facilidade em acertar nas redes adversárias e de constantes movimentações, tendo certamente deixado outras recordações nas hostes serranas...

Actualizado em Quarta, 25 Janeiro 2012 10:01
 
SC Covilhã 0 GD Estoril Praia 1
Domingo, 22 Janeiro 2012 00:00

Joel em perseguição de Licá

O ano 2012 ainda não trouxe qualquer triunfo ao Sporting Clube da Covilhã, que nesta jornada foi derrotado pelo Grupo Desportivo Estoril Praia por 0-1, elevando assim para três o número de jogos consecutivos sem alcançar uma vitória.

Os serranos apresentaram-se no relvado do Complexo Desportivo num esquema de 1x4x3x3, com Nuno Santos na baliza, acompanhado na defensiva por Aníbal Capela, Gégé, Ricardo Rocha e Joel, com o meio campo ocupado por Idris, Filipe Fernandes e Gabi, enquanto o ataque ficou entregue a André Sousa, Fofana e Dominic. A partida teve um começo animado, com ambas as formações a procurarem acertar na baliza contrária, merecendo destaque, por exemplo, estas duas acções: aos 10 minutos, Filipe Fernandes surgiu diante de Vagner, mas permitiu a defesa do guardião brasileiro, com a bola a sobrar para Dominic, que proporcionou nova intervenção de Vagner; e aos 14 minutos, um remate rasteiro de João Coimbra obrigou Nuno Santos a uma defesa atenta para canto. A partir do quarto de hora, o encontro perdeu emoção e passou a ser disputado essencialmente na zona intermediária, o que impossibilitou qualquer ameaça ao nulo registado no marcador, numa situação que se prolongou até ao tempo de descanso. Ao intervalo: 0-0.

Nuno Santos vai recolher a bola perante Aníbal Capela e Adilson

Na segunda parte, o Covilhã tentou encostar o líder da Liga Orangina a terrenos mais recuados, mas o certo é que foi o Estoril a chegar ao golo aos 55 minutos, quando Licá conduziu e concluiu um contra ataque pelo lado esquerdo. O treinador Tulipa não demorou a mexer na equipa, procurando dinamizar a ala direita atacante com a entrada de Zezinho, mas não foi feliz, visto que este jogador teve que ser substituído volvidos alguns minutos após um choque de cabeça com um opositor. Dani Matos ocupou então o lugar de Zezinho, realizando-se também a troca de Filipe Fernandes por Pedro Ribeiro, numa tentativa de alargar a frente de ataque. Contudo, até foram os visitantes que estiveram perto de aumentar a vantagem aos 66 minutos, mas Nuno Santos opôs-se bem ao “chapéu” assinado por Adilson. A resposta serrana quase valeu o empate aos 68 minutos, pois, Dominic ficou sozinho perante Vagner, mas atirou ao lado para desespero dos adeptos locais. A partir deste lance, jamais a defensiva do Estoril permitiu protagonismo aos covilhanenses, que nunca apresentaram soluções para as dificuldades criadas pelos visitantes, mesmo recorrendo à presença do defesa central Gégé no ataque. Perante tal cenário, o 0-1 acabou mesmo por ser o resultado final, com o Covilhã a ficar mais envolvido na luta pela fuga aos lugares indesejáveis, seguindo-se uma deslocação ao terreno do União da Madeira.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://www.lpfp.pt/liga_orangina/pages/jogo.aspx?epoca=20112012&jornada=16&jogo=7033

 

Actualizado em Segunda, 23 Janeiro 2012 10:15
 
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