História do Sporting Clube da Covilhã
Cláudio
Quarta, 24 Outubro 2012 00:00

O covilhanense Cláudio envergou a camisola de diversos clubes da região antes de ingressar no Sporting Clube da Covilhã na temporada 2004/2005, nomeadamente, da AD Estação, do Teixosense e do Estrela de Unhais da Serra. Apesar das qualidades evidenciadas por Cláudio no meio campo, foi como defesa direito que assumiu protagonismo no emblema serrano, tendo contribuído para uma época de sucesso na Zona Centro da 2ª Divisão B, visto que o Sporting da Covilhã conquistou o 1º lugar após uma disputa interessante com o Mafra e o Académico de Viseu. Com a subida à 2ª Divisão de Honra, Cláudio não foi chamado a jogar tantas vezes como desejaria e saiu a meio da época para o Benfica e Castelo Branco, prosseguindo depois a carreira no Machico, Estrela de Unhais da Serra, Penamacorense e Atalaia do Campo. Que outras memórias existem de Cláudio?

Actualizado em Quarta, 24 Outubro 2012 09:00
 
FC Pampilhosa 5 SC Covilhã 5 (4-3 g.p.)
Domingo, 21 Outubro 2012 00:00

O Sporting Clube da Covilhã foi eliminado da Taça de Portugal pelo Futebol Clube de Pampilhosa no desempate por pontapés da marca de grande penalidade, isto após um empate a cinco bolas num jogo com várias contingências para os serranos, pois, acabaram com nove unidades (vermelho a Ricardo Rocha e lesão de Gilberto), sofreram três castigos máximos (um deles defendido por Igor Araújo) e viram o treinador Filipe Moreira ser expulso.

Os covilhanenses entraram muito mal na partida, visto que logo aos 4 minutos, permitiram que os locais inaugurassem o marcador por Sarmento, que cabeceou fora do alcance do guardião Igor Araújo. A resposta visitante não demorou a surgir em dois lances assinados por Tarcísio: primeiro, aos 8 minutos, a atirar ao lado em posição muito favorável; e aos 11 minutos, a rematar para uma intervenção atenta do guarda-redes Eduardo. Com o decorrer do tempo, o Covilhã foi sentindo dificuldades na zona ofensiva, até porque o Pampilhosa tinha bem fechados os caminhos para a sua baliza, por isso, o resultado não voltou a estar em perigo durante largos minutos. Foi preciso esperar pelo minuto 43 para que vantagem local fosse seriamente ameaçada, pois, na sequência de um cruzamento de Gui, Dani Matos cabeceou ao poste, para desespero dos adeptos covilhanenses. Ao intervalo: 1-0.

Na segunda parte, novamente os serranos a pressionarem em busca da igualdade, mas a situação ficou ainda mais complicada aos 57 minutos, quando o árbitro Hugo Miguel entendeu que Igor Araújo derrubou Diogo André na grande área, assinalando um castigo máximo que Bebé aproveitou para aumentar a diferença para duas bolas. O lance foi bastante polémico e na sequência dos protestos forasteiros, o técnico Filipe Moreira recebeu ordem de expulsão. No entanto, o Covilhã não desistiu de procurar o golo e reduziu a desvantagem aos 71 minutos, com Moreira a rematar rasteiro um passe de Gilberto. Porém, aos 81 minutos, nova contrariedade para os serranos, visto que Ricardo Rocha foi expulso e deixou a formação visitante em inferioridade numérica, contudo, e apesar de todas as circunstâncias do jogo, os covilhanenses não baixaram os braços e viram o seu esforço premiado aos 90+2 minutos, quando um cabeceamento de Moreira colocou o resultado em 2-2 e obrigou à disputa do prolongamento para apurar a equipa a seguir em frente na Taça de Portugal.

O tempo extra foi algo de épico, senão veja-se: aos 93 minutos, um cruzamento de Pimenta foi desviado pelo braço de um opositor, originando uma grande penalidade devidamente convertida por Tarcísio, virando assim o marcador a favor dos serranos; aos 98 minutos, mais um castigo máximo contra o Covilhã, mas Igor Araújo defendeu o pontapé de Bebé; aos 101 minutos, Fabrício atirou para uma bela defesa de Eduardo; aos 102 minutos, nova grande penalidade favorável ao Pampilhosa, a terceira, com Bebé a aproveitar para igualar a partida, pese embora o toque de Igor Araújo para a barra; aos 105 minutos, os locais adiantam-se no marcador através de Paulo Ferreira; aos 113 minutos, Gilberto volta a colocar as equipas empatadas, agora a quatro bolas; aos 116 minutos, um passe de Gilberto (que saiu pouco depois lesionado) possibilitou a vantagem covilhanense por intermédio de João Rodrigues; e aos 120 minutos, um cabeceamento de Paulo Ferreira fixou o marcador em 5-5 e obrigou ao desempate através de pontapés da marca de grande penalidade. Tal como na semana passada, em Coimbra para a Taça da Liga, o Covilhã voltou a não ser eficaz no desempate e perdeu por 4-3, visto que Pimenta e João Rodrigues permitiram a defesa de Eduardo, enquanto do lado do Pampilhosa apenas Parente atirou por cima. As atenções serranas concentram-se agora somente na Segunda Liga, que regressa na próxima quarta-feira, com o Sporting da Covilhã a deslocar-se ao terreno do FC Porto B.

Texto: Eugénio Lopes.

Actualizado em Segunda, 22 Outubro 2012 10:20
 
Luís José
Quarta, 17 Outubro 2012 00:00

Luís José, natural de Leiria, começou a jogar futebol nos escalões jovens do Marinhense, um clube que representou desde dos juvenis até ao escalão sénior, passando depois por vários emblemas, nomeadamente, FC Marco, Mirense, União de Tomar, Peniche, Quarteirense e Naval, antes de assinar pelo Sporting da Covilhã para a temporada 1995/1996. Luís José actuava essencialmente a extremo direito ou ponta de lança, tendo ajudado os serranos a subirem pela primeira vez na sua história à 2ª Divisão de Honra, fruto do 1º lugar na Zona Centro da 2ª Divisão B, com apenas um ponto de avanço sobre a Naval, conquistado na última jornada da prova no terreno do SL Fanhões, perante um forte apoio dos adeptos covilhanenses. Apesar de ter estado somente uma época nos serranos, a velocidade e o empenho de Luís José terão deixado outras recordações das suas exibições…

Actualizado em Quarta, 17 Outubro 2012 09:07
 
Académica 2 SC Covilhã 0 (3-2 g. p.)
Domingo, 14 Outubro 2012 00:00

O Sporting Clube da Covilhã está fora da Taça da Liga, visto que não conseguiu segurar a vantagem de duas bolas com que chegou ao estádio da Associação Académica de Coimbra, sendo depois eliminado no desempate por pontapés da marca de grande penalidade.

Os instantes iniciais da partida foram disputados essencialmente a meio campo, embora com os locais a revelarem tendências mais atacantes, mas esbarrando numa formação serrana bem organizada e que não permitiu grandes perigos para a sua baliza. Os “estudantes” apresentavam problemas com as lesões, visto que o treinador Pedro Emanuel foi obrigado a fazer duas substituições ainda antes da meia hora. Foi precisamente nesta fase que o jogo animou: primeiro, porque na sequência de um canto, Edgar cabeceou para uma vistosa defesa de Ricardo; depois, porque Edinho inaugurou o marcador ao aproveitar uma bola solta na área visitante, isto, quando o relógio assinalava 32 minutos. O Covilhã não tremeu com a aproximação da Académica ao resultado da eliminatória, passando até a actuar mais tempo no meio contrário, contudo, sem voltar a colocar seriamente em risco as redes defendidas por Ricardo. Ao intervalo: 1-0.

A equipa de Coimbra regressou mais forte para a segunda parte, pressionando eficazmente os opositores na zona intermediária e obrigando o guardião Jorge Baptista a redobrada atenção para evitar novos festejos locais. No entanto, a Académica tanto tentou que acabou mesmo por chegar ao segundo golo aos 72 minutos, com Edinho a cabecear correctamente um cruzamento de Marinho, igualando assim a eliminatória. A situação ficou complicada para os serranos, que tinham agora pela frente uns conimbricenses super motivados, contudo, e apesar de uma ameaça por cada equipa, o resultado permaneceu em 2-0, sendo necessário recorrer ao desempate por pontapés da marca de grande penalidade para decidir o apurado para a fase de grupos. Não faltou emoção no desempate, com protagonismo para os dois guarda-redes (Jorge Baptista defendeu dois pontapés e Ricardo parou cinco), sendo precisas sete tentativas para cada equipa, acabando o Covilhã por ser derrotado por 3-2, ficando assim de fora desta edição da Taça da Liga. Para a próxima semana está marcada a Taça de Portugal, com o Sporting da Covilhã a deslocar-se ao terreno do Pampilhosa.

Texto: Eugénio Lopes.

Actualizado em Domingo, 14 Outubro 2012 19:55
 
Viseu
Quarta, 10 Outubro 2012 00:00

José Carlos Campos ficou conhecido nos meios futebolísticos por Viseu, tendo iniciado a sua carreira nos Leões da Floresta, prosseguindo depois por Covilhã e Benfica e Pinhelenses, de onde se transferiu para o Sporting da Covilhã na temporada 1970/1971. Nessa altura, o emblema serrano oscilava entre a 2ª e a 3ª Divisão Nacional, com Viseu a participar em duas subidas ao escalão secundário: em 1970/1971, após vitória no Torneio de Competência com Fafe, Sanjoanense e Vizela; e em 1974/1975, depois do 1º lugar alcançado na Série B, com confortável vantagem sobre a Naval. Esta última temporada de Viseu ao serviço do clube ficou marcada pelo sucesso, porque além da subida de divisão, os covilhanenses chegaram aos Oitavos de Final da Taça de Portugal (derrota com o Boavista por 0-2) e à final do Nacional da 3ª Divisão (vencida pela União de Santarém). Viseu jogava a defesa e a médio, salientando-se pela sua notável entrega ao jogo, sendo um exemplo para os mais jovens e deixando certamente várias memórias entre os seguidores serranos…

 

 

Actualizado em Quarta, 10 Outubro 2012 08:55
 
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