História do Sporting Clube da Covilhã
Celestino Cabrita
Quinta, 26 Julho 2012 00:00

 

Este mês, o site HistóriaSCC entrevistou Celestino Cabrita, que chegou ao Sporting da Covilhã em 1971/1972, proveniente do SC Lamego, contribuindo nessa época para a manutenção dos serranos na 2ª Divisão Nacional, num objectivo alcançado com o triunfo no Torneio de Competência. Na temporada seguinte, Celestino Cabrita transferiu-se para a União de Leiria, mas regressou ao emblema covilhanense em 1975/1976, numa época em que o nosso clube ficou em 12º lugar da Zona Norte, o que foi suficiente para conseguir a permanência no escalão secundário. Celestino Cabrita rumou depois ao Almada, mas as suas exibições na defensiva serrana deixaram recordações, tendo sido colega de equipa de jogadores como Fazenda, Coimbra, Óscar, Velho, só para citarmos alguns.

Celestino Cabrita trabalha actualmente no Recrutamento do Sporting CP

1 - Como é que ingressou no SC Covilhã?

Ingressei no Sporting Clube da Covilhã (SCC), por empréstimo do Sporting Clube Portugal (SCP), no meu segundo ano de sénior. Na altura, era costume o SCP emprestar jogadores às suas filiais.

2 - Quais os principais momentos que passou no SC Covilhã?

Passei grandes momentos na Covilhã e no SCC. Foram duas épocas muito marcantes na minha vida, mas os momentos principais foram, sem dúvida, o carinho e estima que me dedicaram as pessoas da Covilhã.

3 – Na sua primeira época (1971/1972) o SCC só consegue a manutenção na 2ª Divisão através de um torneio de competência. Foi uma época complicada?

Sim, de facto foi uma época muito difícil e algo atribulada. Havia indefinição nas provas oficiais da FPF, tal como agora, e tivemos que efectuar uma liguilha, de subida para a 2ª divisão, antes de começar o campeonato, o SCC tinha ficado na época anterior em 2º lugar na 3ª divisão. Ou seja, subimos a 2ª na chamada pré-época e no final do campeonato, através de outra liguilha, obtivemos a manutenção. Foram mais de 50 jogos numa época e julgo que foi a 1ª vez, talvez única, que houve duas liguilhas na mesma época.

Celestino Cabrita jogou no SC Covilhã na década de 70

4- No segundo ano que representou o SCC (1975/1976) quais as diferenças que veio encontrar em relação ao plantel do primeiro ano?

O plantel era constituído por maior quantidade de profissionais e de melhor qualidade. Estas eram as grandes diferenças.

5 - Acompanha atualmente o SC Covilhã?

Desde que saí da Covilhã e do SCC que me interesso e acompanho tudo relacionado com o clube, a cidade e as suas gentes. Sou mais um adepto desse grande clube e sempre que posso visito a Covilhã e muitos amigos que lá deixei.

6 - Qual a sua actividade no presente?

Actualmente, exerço funções no Departamento de Recrutamento do Sporting Clube de Portugal.

7 - Que gostaria de referir que não foi mencionado anteriormente?

Gostaria de deixar nesta breve entrevista, os meus agradecimentos a todos os covilhanenses e adeptos do SCC pelos momentos que vivi nessa linda cidade e nesse clube especial.

Festa de despedida de Coureles, que abraça Celestino Cabrita nesta foto

 

Actualizado em Quinta, 26 Julho 2012 09:18
 
Sufrim
Quarta, 25 Julho 2012 00:00

O guineense Sufrim, natural de Bissau, jogou nas camadas jovens da AD Estação, mas efectuou o último ano da categoria júnior no Louletano, onde acabou por ter protagonismo nos seniores ao ponto de ser contratado pela Naval, tendo depois chegado ao Sporting da Covilhã a meio da época 2006/2007. Sufrim ainda realizou alguns encontros com a camisola serrana nessa temporada, em que o clube não foi além do 4º lugar na Série C da 2ª Divisão B, ficando longe da pontuação do vencedor Fátima. Sufrim não permaneceu no emblema covilhanense para a época seguinte, mas regressou na temporada 2009/2010 para o meio campo do nosso clube, após passagem por Louletano e Onisilos (Chipre), tendo contribuído para que os serranos assegurassem a manutenção na 2ª Liga, algo apenas conseguido na última jornada, apesar da derrota no terreno do Varzim. Que outras recordações existem de Sufrim?

Actualizado em Terça, 24 Julho 2012 20:21
 
SC Covilhã 1 Gil Vicente FC 1 (Jogo Particular)
Sábado, 21 Julho 2012 00:00

O Sporting Clube da Covilhã realizou mais um jogo de preparação para a época 2012/2013, tendo recebido o Gil Vicente Futebol Clube no Estádio Municipal Santos Pinto, numa partida que terminou com um empate a uma bola, com ambos os golos apontados na primeira parte.

Os serranos apresentaram-se em campo num esquema de 1x3x4x1x2, com Jorge Baptista na baliza, estando à sua frente Ricardo Rocha, Edgar e Samuel Araújo, ficando a zona intermediária entregue a Dani Matos, Gilberto, Milton e Paulico, com Tarcísio mais perto dos avançados João Rodrigues e Fabrício. O Covilhã começou cedo a pressionar o adversário, querendo rapidamente ter a bola em sua posse, porém, foram os minhotos que inauguraram o marcador aos 6 minutos, com Luís Carlos a concluir na área uma boa iniciativa de Brito pela esquerda. No entanto, os locais não perderam a dinâmica e, depois de algumas ameaças, conseguiram empatar o encontro aos 27 minutos, com Tarcísio a converter uma grande penalidade resultante de uma acção manual de Paulo Arantes perante Dani Matos. Até ao período de descanso, ainda merece destaque um remate rasteiro de Gilberto, que obrigou Murta a uma intervenção atenta.

Na segunda parte, as habituais substituições não retiraram ritmo ao jogo e revelaram uma formação covilhanense muito perigosa a meio da etapa complementar, criando uma sucessão de três lances que ameaçaram alterar o resultado: aos 65 minutos, um remate de Fabrício possibilitou uma defesa espectacular a Lúcio; aos 68 minutos, um livre directo de Samuel Araújo obrigou Lúcio a novo momento de protagonismo; e aos 73 minutos, Moreira ficou muito perto do êxito após um cruzamento de Dani Matos. A recta final do jogo foi menos movimentada, com o derradeiro apito do árbitro Ângelo Correia a definir o resultado de 1-1.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Actualizado em Segunda, 23 Julho 2012 10:26
 
Eminêncio
Quarta, 18 Julho 2012 00:00

Eminêncio, natural de Redondo, começou a praticar futebol no Lusitano de Évora, mas quando passou a sénior foi transferido para o Olhanense, onde jogou vários anos, antes de chegar ao Sporting da Covilhã na época 1950/1951. Eminêncio jogava essencialmente a avançado centro e a extremo esquerdo, tendo representado os serranos durante três temporadas, sempre na 1ª Divisão Nacional e com boas classificações finais, com destaque para o 6º lugar obtido em duas épocas consecutivas, tendo Eminêncio participado em 39 jogos e assinado 9 golos com a nossa camisola. Na Taça de Portugal, e enquanto Eminêncio envergou as cores covilhanenses, foram alcançados os Quartos de Final em duas temporadas seguidas, com eliminações perante o SL Benfica e o Vitória de Guimarães, mas merece destaque uma outra eliminatória com o SL Benfica em 1950/1951, em que após uma derrota em Lisboa por 4-1, verificou-se uma igualdade a cinco bolas na Covilhã, com Eminêncio a marcar dois dos golos serranos. Que outras memórias permanecem de Eminêncio?

Actualizado em Quarta, 18 Julho 2012 09:06
 
SC Covilhã 0 Académica 0 (4-2 g.p.)
Domingo, 15 Julho 2012 09:45

Sporting Clube da Covilhã e Associação Académica de Coimbra disputaram mais uma edição da Taça Natura IMB Hotels, com o triunfo a sorrir aos serranos no desempate por pontapés da marca de grande penalidade, depois de uma igualdade sem golos no tempo regulamentar.

O jogo serviu também de apresentação dos locais aos seus adeptos, que estiveram em bom número no histórico Estádio Municipal Santos Pinto, tendo assistido a uma primeira parte movimentada, em que o Covilhã actuou num esquema de 1x3x4x1x2, com Jorge Baptista na baliza, estando à sua frente Edgar, Gaspar e Samuel Araújo, ficando a zona intermediária entregue a Dani Matos, Gilberto, Milton e Paulico, com Tarcísio mais perto dos avançados João Rodrigues e Fabrício. Os covilhanenses jogaram mais tempo no meio campo contrário e rubricaram maior número de remates, conseguindo alguns lances problemáticos para o sector mais recuado dos visitantes. Do outro lado, o actual detentor da Taça de Portugal sentiu dificuldades em perturbar os defensores serranos, que tiveram a situação quase sempre controlada.

Na segunda parte verificaram-se as habituais mexidas deste tipo de encontros, com o ritmo de jogo a cair um pouco e revelando uma Académica mais empreendedora, tendo beneficiado do lance mais perigoso de toda a partida aos 63 minutos, quando Reiner Ferreira acertou no poste na sequência de um livre, sobrando ainda a bola para John Ogu possibilitar uma defesa de qualidade a Jorge Baptista. O Covilhã estava mais apostado numa postura de contra ataque, merecendo saliência uma acção do chinês Li Fang aos 90+2 minutos, embora o remate tenha saído fraco para as mãos de Ricardo. O derradeiro apito do árbitro Carlos Xistra sentenciou o nulo como resultado final, passando a decisão da atribuição do troféu para a marca de grande penalidade, onde o Sporting da Covilhã converteu todos os remates em golo por Ricardo Rocha, Edgar, Paulo Sereno e Filipe Fernandes, enquanto os academistas festejaram por Hélder Cabral e Cleyton, mas viram Marinho atirar por cima da baliza e Cissé possibilitar a intervenção de Igor Araújo, triunfando assim os serranos por 4-2.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

 

Actualizado em Segunda, 16 Julho 2012 11:09
 
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Livro História do Sporting Clube da Covilhã 1923-1990 disponível para aquisição na Foto Académica, localizada nas Escadas do Quebra Costas n.º 2 - Covilhã

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