História do Sporting Clube da Covilhã
Hélder Canário
Terça, 01 Maio 2018 00:00

Hélder Canário terminou os escalões de formação nos juniores do Sporting da Covilhã, onde as suas boas exibições no sector defensivo valeram a integração no plantel principal logo no primeiro ano de sénior, com o nosso clube a disputar a 1ª Divisão Nacional. Compreende-se que Hélder Canário não tenha sido utilizado a um nível tão elevado, com a agravante da época não ter progredido da melhor maneira para as nossas cores, mas a sua evolução justificou a presença no emblema serrano por mais duas temporadas, estas com a formação covilhanense a militar na Zona Centro do escalão secundário (um 6º e um 9º lugar na tabela classificativa). Neste patamar, Hélder Canário ainda efectuou alguns jogos com a camisola serrana, permanecendo certamente recordações das suas actuações…

Actualizado em Terça, 01 Maio 2018 09:32
 
SC Covilhã 0 A. Académica de Coimbra 1
Domingo, 29 Abril 2018 00:00

Zarabi e Alan Júnior em disputa nas alturas

O Sporting Clube da Covilhã continua sem garantir a manutenção na Ledman LigaPro, visto que nesta jornada foi derrotado pela Associação Académica de Coimbra, fruto do golo apontado por Alan Júnior logo aos 7 minutos, estando agora somente a dois pontos dos lugares de descida de divisão, quando faltam disputar duas rondas para o final da prova.

O emblema serrano apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Vítor São Bento na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Zarabi, Joel e Paulo Henrique, ficando Abalo e Gilberto mais recuados no meio campo, com Fatai, Índio e Reinildo mais perto do ponta de lança Adul Seidi. Ainda o jogo não demonstrava uma tendência inequívoca e já a Académica inaugurava o marcador aos 7 minutos, com Chiquinho a assinar uma boa jogada na esquerda e a cruzar para o desvio certeiro de Alan Júnior, que provocou uma explosão de alegria nos cerca de 1.000 "estudantes" que vieram de Coimbra para apoiar a sua equipa na luta pela subida à 1ª Liga. Os locais procuraram responder ao tento sofrido, mas foram esbarrando na organização defensiva adversária, sendo mesmo os visitantes a dar sinal de perigo aos 18 minutos, quando Balogun atirou por cima. Volvidos poucos instantes, o Covilhã teve o seu melhor lance da primeira parte, com Zarabi a aparecer sozinho na área opositora, rematando para intervenção difícil do guarda-redes Ricardo Ribeiro. A emoção na partida ficou-se por aqui nesta etapa inicial, com a formação covilhanense a actuar em terrenos mais ofensivos, porém, sem argumentos para ultrapassar o extremo reduto conimbricense. Ao intervalo: 0-1.

Paulo Henrique pressiona Luisinho

No segundo tempo, o Covilhã entrou de forma perigosa logo no minuto inaugural, em que Fatai cruzou da direita para Reinildo proporcionar uma defesa atenta a Ricardo Ribeiro, seguindo-se um período em que os comandados de José Augusto estiveram por cima, pairando no ar a possibilidade do empate, salientado-se também um remate de Índio de longe para boa intervenção do guardião academista. Os serranos voltariam a ter uma boa oportunidade para festejarem aos 74 minutos, em que Fatai avançou novamente pela direita e colocou a bola no centro da área, onde apareceu Adul Seidi a rematar por cima para desespero das hostes locais. O conjunto covilhanense acreditou sempre noutro tipo de resultado, mas ao avançar as suas linhas acabou permitir rápidos contra ataques da Académica, salientando-se duas defesas de Vítor São Bento a impedir o sucesso dos remates de Luisinho e de Fernando Alexandre. A incerteza permaneceu até ao último lance do jogo, quando num pontapé de canto, com o guardião local na área forasteira, Vitó cobrou directamente à baliza, obrigando Ricardo Ribeiro a voar para manter o "placard" em 0-1. O derradeiro apito do árbitro Bruno Paixão selou o quarto encontro consecutivo sem o Sporting da Covilhã conseguir um único golo, aproximando-se assim perigosamente dos lugares indesejados da classificação, seguindo-se uma deslocação ao terreno do despromovido Gil Vicente, onde só a vitória poderá afastar a necessidade de calculadora na última jornada do campeonato.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/36/1

Actualizado em Segunda, 30 Abril 2018 09:12
 
Axé
Terça, 24 Abril 2018 00:00

O brasileiro Carlos António Gustavo Souza é conhecido no futebol por Axé, um avançado que assinou pelo Sporting da Covilhã para a temporada 1991/1992, depois de exibições interessantes ao serviço do Caldas e do Torreense. Axé envergou a camisola serrana somente uma época, em que apontou cinco golos nos 29 jogos oficiais disputados, mas foi um campeonato para esquecer a nível colectivo, visto que o emblema covilhanense não conseguiu assegurar a manutenção na 2ª Divisão B, num cenário que começou cedo a pairar no horizonte, pois, a primeira vitória surgiu apenas na 9ª jornada. Na temporada seguinte, Axé rumou à Desportiva do Fundão, também a militar na 3ª Divisão Nacional, representando posteriormente SC Celoricense e Operário FC de Lisboa. Que memórias persistem dos remates de Axé na formação covilhanense?

Actualizado em Terça, 24 Abril 2018 08:43
 
CF União da Madeira 1 SC Covilhã 0
Sábado, 21 Abril 2018 00:00

O Sporting Clube da Covilhã foi derrotado pela margem mínima no terreno do Clube de Futebol União da Madeira, somando assim o terceiro jogo consecutivo sem festejar qualquer golo e continuando com as contas em aberto em relação à manutenção na Ledman LigaPro, quando faltam disputar três jornadas para a conclusão da prova.

A formação madeirense, também envolvida na luta pela permanência nesta divisão, tentou assumir o controlo da partida logo nos momentos iniciais, mas os serranos conseguiram suster essa ambição local e o jogo foi evoluindo sem lalances de grande perigo junto de ambas as balizas. A primeira acção digna de registo aconteceu apenas aos 22 minutos, num remate protagonizado por Júnior Sena, no entanto, os derradeiros instantes da primeira parte foram de grande emoção, com os dois conjuntos a assinarem sérias ameaças à inauguração do marcador: aos 44 minutos, Júnior Sena permitiu uma boa intervenção do guarda-redes Vítor São Bento; e aos 45 minutos, Índio isolou Reinildo diante do guardião Chastre, só que o moçambicano atirou por cima. Ao intervalo: 0-0.

No segundo tempo, o União criou perigo aos 51 minutos por Flávio Silva, que rematou por cima da barra visitante, mas o Covilhã respondeu aos 55 minutos por Fatai, que atirou ao lado das redes anfitriãs. Quem esteve mais certeiro foi André Carvalhas aos 63 minutos, que na cobrança de um livre directo rubricou o único golo da partida para alegria dos ansiosos adeptos madeirenses. O onze serrano procurou de imediato regressar à igualdade, porém, voltou a revelar algumas dificuldades no processo ofensivo, o que impossibilitou lances de verdadeiro perigo junto das redes opositoras. O União, além de defender a vantagem, esteve perto de aumentar a diferença aos 78 minutos, contudo, Júnior Sena voltou a perder a disputa com Vítor São Bento. Os comandados de José Augusto tiveram o mérito de não baixar os braços em busca de um resultado positivo, tendo mesmo conquistado um canto no último minuto do jogo, mas sem as consequências desejadas pelas hostes serranas, com o árbitro Rui Costa a dar a partida como finalizada logo a seguir. Com este desaire, o Sporting da Covilhã fica com uma margem de pontual mais reduzida para a zona de despromoção, seguindo-se uma recepção à Académica de Coimbra no próximo domingo, num encontro que deverá provocar uma boa moldura humana no Estádio José Santos Pinto.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/35/3

Actualizado em Sábado, 21 Abril 2018 20:03
 
Jojó
Terça, 17 Abril 2018 00:00

Mário Jorge Binerde Camacho é tratado nos meios futebolísticos por Jojó, um médio que assinou pelo Sporting da Covilhã na temporada 1992/1993, sendo proveniente do CD Gouveia, depois de ter representado União de Santiago, CA Moura, Piense e GDR Portugal. Jojó veio encontrar o emblema serrano na 3ª Divisão Nacional, ajudando o nosso clube a assegurar o regresso à 2ª Divisão B, que foi garantido através do 2º lugar da Série C com larga vantagem pontual sobre o perseguidor SC Penalva do Castelo, salientando-se o facto da formação covilhanense ter conseguido sete vitórias consecutivas no arranque do campeonato. Na época seguinte, Jojó rumou ao Estrela de Vendas Novas, representando posteriormente Foros de Arrão, Pinhalnovense e Montargilense. Que lembranças existem de Jojó com a camisola serrana?

Actualizado em Terça, 17 Abril 2018 09:02
 
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