História do Sporting Clube da Covilhã
Gégé
Terça, 24 Março 2020 00:00

Proveniente do Boavista FC da Praia, o cabo-verdiano Gégé chegou ao futebol português para representar o CD Fátima, jogando depois por SC Pombal, Estrela da Amadora e Trofense, antes de ser apresentado como reforço do Sporting da Covilhã para a temporada 2011/2012. Na única época em que envergou a camisola serrana, Gégé participou em 25 encontros oficiais, nos quais rubricou dois golos, actuando preferencialmente a defesa central, isto numa temporada em que o nosso clube terminou a 2ª Liga no 15º lugar, que acabou por valer a manutenção via secretaria devido aos problemas financeiros da União de Leiria. Gégé rumou posteriormente ao Marítimo, onde começou na equipa B para depois ascender à formação principal do emblema madeirense, sendo presença habitual nos jogos na 1ª Liga, aliás, um patamar no qual também actuou por FC Arouca (que representou na Liga Europa) e FC Paços de Ferreira. Gégé soma várias internacionalizações AA por Cabo Verde, com a sua carreira a prosseguir agora por outros campeonatos, visto que vai já na terceira época consecutiva no Al-Feiha da Arábia Saudita, após ter jogado no Akhisar da Turquia. Que recordações ficaram de Gégé com a camisola covilhanense?


Actualizado em Terça, 24 Março 2020 09:27
 
João Reina
Segunda, 16 Março 2020 00:00

João Reina iniciou a sua carreira futebolística nas camadas jovens do Quarteirense, mas depressa rumou aos iniciados do Olhanense, onde a qualidade de jogo demonstrada no meio campo valeu uma mudança para os juniores do SL Benfica. Concluída a formação no emblema lisboeta, João Reina voltou ao Olhanense para a estreia no patamar sénior, rumando posteriormente ao Portimonense, no qual actuou três épocas na 1ª Divisão Nacional e efectuou dois jogos na Taça UEFA. Seguiu-se novo regresso de João Reina ao Olhanense, de onde saiu na temporada 1988/1989 para envergar a camisola do Sporting da Covilhã, com o nosso clube a disputar a Zona Centro do escalão secundário. João Reina jogava preferencialmente a médio, mas também actuava a defesa direito, tendo representado o conjunto serrano em 15 partidas oficiais, nas quais assinou um golo, em concreto, na vitória sobre o Marinhense por 2-0, numa época em que a equipa covilhanense terminou o campeonato no 6º lugar e alcançou a 4ª eliminatória da Taça de Portugal. Na temporada posterior, João Reina jogou pelo Imortal de Albufeira, continuando depois a actividade futebolística por diversos clubes algarvios, nomeadamente, Quarteirense, Leões de Tavira, Ginásio de Tavira, Sambrasense e SL Fuzeta. Que momentos persistem das exibições de João Reina no clube serrano?

Actualizado em Segunda, 16 Março 2020 17:09
 
Adul Baldé
Terça, 10 Março 2020 00:00

Adul Baldé percorreu todos os escalões de formação do Estrela da Amadora, onde teve oportunidade de jogar na equipa principal, na altura a disputar a 1ª Liga, ainda com idade de júnior. Na época seguinte, o extremo Adul envergou a camisola do Oriental de Lisboa, mas regressaria de novo aos palcos da principal divisão do futebol português na temporada posterior, agora ao serviço do Vitória de Setúbal. E foi através do empréstimo do emblema sadino que Adul chegou ao Sporting da Covilhã a meio da época 2009/2010, numa tentativa de ajudar o nosso clube a assegurar a manutenção na 2ª Liga, que acabou mesmo por ser uma realidade, embora com pouca utilização do internacional AA pela Guiné-Bissau. Após a breve passagem pelo conjunto serrano, Adul prosseguiu a carreira no Pinhalnovense, jogando depois pelos cipriotas do Doxa Katokopia e pelos luxemburgueses do Union Kayl-Tétange. Que recordações ficaram de Adul com as cores covilhanenses?


Actualizado em Terça, 10 Março 2020 09:59
 
CD Cova da Piedade 2 SC Covilhã 1
Domingo, 08 Março 2020 00:00

Cinco!!! É este o número de jogos consecutivos sem o Sporting Clube da Covilhã vencer na LigaPro, com a diferença de que nesta partida conseguiu marcar um golo, no entanto, o Clube Desportivo da Cova da Piedade celebrou dois tentos e ficou com os três pontos em disputa no Estádio José Martins Vieira.

O emblema serrano apresentou-se em campo com Carlos Henriques na baliza, acompanhado na defensiva por Tiago Moreira, Brendon, Jaime Simões e Daniel Martins, ficando o meio campo entregue a Filipe Cardoso, Miranda Rodrigues e Inters Gui, com a frente de ataque preenchida por Rodrigo Martins, Bonani e Kukula. O encontro até teve um início prometedor para os visitantes, que inauguraram o marcador aos 11 minutos por intermédio de Bonani, autor de um remate que mudou de trajectória em Simão Júnior e entrou nas redes locais. Sem deslumbrarem, os comandados de Daúto Faquirá estavam por cima no jogo e aos 27 minutos assinaram um lance perigoso por Kukula, que ficou a reclamar um castigo máximo após o contacto de um defensor piedense, porém, o árbitro António Nobre não entendeu haver qualquer falta. No derradeiro quarto de hora da primeira parte, os pupilos de João Alves revelaram-se mais ofensivos e mais rematadores, merecendo destaque o minuto 37, em que Edinho atirou para uma boa defesa de Carlos Henriques, que assim segurou a vantagem serrana para o tempo de descanso. Ao intervalo: 0-1.

Na etapa complementar, o Cova da Piedade continuou com tendência atacante, mas foi um contra ataque de Kukula aos 53 minutos que agitou os adeptos covilhanenses na esperança de verem o resultado dilatado. Todavia, seria mesmo a formação da Margem Sul do Tejo a alcançar o empate aos 55 minutos, quando Sylla avançou pela direita e cruzou para o remate certeiro de Júnior Sena. A partida estava animada e ganhou maior incerteza na parte final, com os locais virados para o ataque em busca da vitória e o Covilhã a tentar surpreender na contra ofensiva, por isso, sucederam-se as acções com emocionantes: aos 77 minutos, os forasteiros reclamaram mais um castigo máximo, desta vez por mão de Cele; aos 80 minutos, um remate de Mica fez a bola passar muito perto da baliza de Tony; aos 82 minutos, Júnior Sena atirou por alto em posição favorável para ser eficaz; aos 83 minutos, Kukula surgiu diante de Tony, mas não conseguiu rematar à baliza piedense; e aos 87 minutos, o guardião Carlos Henriques realizou uma boa intervenção para evitar que o desvio de Brendon entrasse na própria baliza. E com tanta ameaça, eis que aos 88 minutos aconteceu mesmo um golo, com o experiente Edinho a cabecear com êxito na sequência de um canto, garantindo desta forma um triunfo que permite ao Cova da Piedade acreditar que pode evitar a descida de divisão. Com mais este desaire, o Sporting da Covilhã prolonga esta fase negativa, esperando-se que possa ser invertida já no próximo domingo, dia da recepção ao Mafra.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Eugénio Lopes.

Ficha de jogo: https://www.ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20192020/ligapro/24/3

Actualizado em Domingo, 08 Março 2020 22:09
 
Hilário da Conceição
Terça, 03 Março 2020 00:00

Hilário da Conceição é uma personalidade sobejamente conhecida no futebol português, principalmente pela sua ligação à Selecção Nacional, sendo um dos “magriços” do Campeonato Mundial de 1966 em Inglaterra, e ao Sporting CP, onde conquistou inúmeros títulos, desde Campeonatos Nacionais a Taças de Portugal, destacando-se ainda a Taça dos Vencedores das Taças em 1964. O sucesso de Hilário como futebolista não foi o mesmo como treinador principal, mas mesmo assim apresenta alguns êxitos, como por exemplo a subida do SC Braga à 1ª Divisão Nacional, a ascensão da Lusitânia dos Açores ao escalão secundário e a conquista de dois campeonatos de Moçambique pelo Ferroviário de Maputo e pelo CD Matchedje, respectivamente. A ligação de Hilário ao Sporting da Covilhã começou na época 1981/1982, quando entrou para o comando técnico da equipa à 20ª jornada da Zona Centro da 2ª Divisão Nacional e conseguiu assegurar a manutenção nesta divisão, embora somente confirmada com a decisão federativa de atribuir a vitória ao conjunto serrano num jogo (no qual tinha sido derrotado) em que a UD Oliveirense utilizou irregularmente um atleta. Hilário permaneceu na agremiação covilhanense para a temporada seguinte, porém, acabou por sair à 9ª jornada em virtude dos maus resultados, visto que o emblema serrano ocupava o último lugar do escalão secundário, mas certamente que ficaram memórias da sua passagem pelo nosso emblema…

Actualizado em Terça, 03 Março 2020 09:39
 
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