História do Sporting Clube da Covilhã
António Alberto
Terça, 06 Março 2018 00:00

António Alberto iniciou a actividade futebolística na ARC Oliveirinha, na qual assumiu protagonismo no sector atacante, o que possibilitou-lhe a ida para os juniores do Estoril-Praia, mas regressando ao clube de Aveiro para a estreia no patamar sénior. Depois de algumas temporadas na Oliveirinha, António Alberto rumou ao Minho para representar Vianense e Amadores de Caminha, antes de ingressar no Sporting da Covilhã na época 1991/1992. António Alberto conquistou a titularidade no ataque serrano, mas a temporada evoluiu de forma negativa para o nosso clube, que acabou por ser despromovido à 3ª Divisão Nacional. Na memória dos apoiantes serranos estarão certamente os dois golos apontados por António Alberto à Desportiva da Guarda na 2ª eliminatória da Taça de Portugal, que valeram o apuramento para a ronda seguinte (eliminação pelo Leça FC) com um triunfo por 2-1 após prolongamento. Depois do emblema covilhanense, António Alberto envergou a camisola de Lanheses, Lusitânia de Lourosa e Beira-Mar, deixando certamente recordações das suas exibições com o símbolo serrano…

Actualizado em Terça, 06 Março 2018 09:36
 
SC Covilhã 1 SL Benfica B 3
Domingo, 04 Março 2018 00:00

Makouta pressiona Keaton Parks

O Sporting Clube da Covilhã está a passar pelo pior momento da temporada, visto que somou diante da equipa B do Sport Lisboa e Benfica a terceira derrota consecutiva e o sexto jogo seguido sem qualquer triunfo, o que implica uma aproximação perigosa aos lugares que ditam a descida de divisão, agora somente a quatro pontos quando faltam disputar onze jornadas.

O conjunto serrano apresentou-se em campo num esquema de 1x4x4x2, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Zarabi, Joel e Paulo Henrique, ficando Makouta, Gilberto, Renato Reis e Moses no meio campo, com Amadu Turé e Adul Seidi em funções atacantes. Numa partida marcada pela chuva, frio (6ºC) e vento, o emblema local foi o primeiro a festejar logo aos 8 minutos, quando na sequência de um canto na esquerda, Joel surgiu a cabecear para as redes lisboetas. No entanto, a resposta benfiquista não demorou a chegar, pois, aos 15 minutos, um remate rasteiro de Zé Gomes bateu o guardião Igor Rodrigues e colocou as equipas empatadas. Os visitantes galvanizaram-se com este tento e Heriberto ameaçou virar o resultado a seu favor aos 19 minutos, atirando por alto em plena área covilhanense. A restante primeira parte caracterizou-se pelo equilíbrio e muita luta pela posse de bola, mas sem mais lances de grande emoção junto de ambas as balizas. Ao intervalo: 1-1.

Hudson tenta evitar a acção de Pedro Amaral

Para o segundo tempo, os pupilos de José Augusto voltaram com uma postura dominadora e tiveram uma boa ocasião para marcar aos 47 minutos, com Gilberto a isolar Renato Reis diante do guarda-redes Fábio Duarte, num duelo vencido pelo atleta encarnado ao defender a bola para canto. O Covilhã voltaria a ameaçar mexer no "placard" precisamente após um canto aos 66 minutos, em que João Dias efectuou mal o remate em posição favorável para ter êxito. Os serranos estavam por cima na partida e aos 75 minutos tiveram outra oportunidade para ganharem vantagem no encontro, quando uma bola bombeada de longe deixou Renato Reis em frente da baliza forasteira, mas o extremo local não fez melhor do que atirar por cima das redes, provocando o desespero nas hostes anfitriãs. Já o SL Benfica B, revelou pontaria afinada na parte final da partida e logo em dose dupla: aos 82 minutos, Chrien cruzou para o cabeceamento triunfal de Lystcov, que assim colocou o emblema de Lisboa na dianteira do marcador; e aos 84 minutos, Gedson assinou um belo remate que fixou o resultado em 1-3. O conjunto serrano ainda procurou alcançar um desfecho diferente, mas sem sucesso, até porque já faltava pouco tempo para o derradeiro apito do árbitro Rui Oliveira. Com este desaire, o Sporting da Covilhã fica apenas a quatro pontos dos lugares de despromoção, seguindo-se uma deslocação ao terreno do Arouca no próximo sábado, onde se deseja que o nosso clube comece a inverter esta onda negativa.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/27/2

Actualizado em Segunda, 05 Março 2018 10:09
 
Guimarães
Terça, 27 Fevereiro 2018 00:00

O médio Guimarães jogou durante várias épocas no Esposende, com uma passagem pelo Fão, antes de rumar ao Trofense, representando posteriormente Vianense, Recreio de Águeda, Desportivo das Aves e SC Lamego, onde foi contratado pelo Sporting da Covilhã para a temporada 1994/1995. Guimarães veio encontrar o nosso clube na 3ª Divisão Nacional, destacando-se pela sua experiência, capacidade técnica e veia goleadora, que revelaram importância para a subida à 2ª Divisão B, que foi alcançada através do 2º lugar na Série C após intensa disputa com o Arrifanense por essa desejada posição. A carreira de Guimarães prosseguiu depois por outros emblemas, nomeadamente, Régua, Marinhas, Ambos-os-Rios e UD Vila Chã. Que outras memórias permanecem de Guimarães com as cores covilhanenses?

Actualizado em Terça, 27 Fevereiro 2018 10:10
 
FC Famalicão 1 SC Covilhã 0
Sábado, 24 Fevereiro 2018 00:00

O Sporting Clube da Covilhã foi derrotado pela margem mínima na deslocação ao terreno do Futebol Clube de Famalicão, sofrendo o único golo do jogo aos 89 minutos por Joel Monteiro, isto numa partida que ficou marcada pela expulsão de Fatai aos 22 minutos, que cuspiu na cara de Feliz em resposta a uma provocação (não sancionada pelo árbitro Fábio Piló) do jogador local.

A formação minhota entrou com sinal mais no encontro e assumiu o controlo da bola, contudo, sem causar problemas sérios à defensiva serrana, que foi segurando o empate de forma organizada. Até que aos 22 minutos, o cenário complicou-se drasticamente para o emblema covilhanense, visto que o nigeriano Fatai viu o cartão vermelho directo por reacção despropositada às palavras proferidas por Feliz, deixando a sua equipa em inferioridade numérica para a restante partida. Volvidos alguns instantes, a redonda chegou a entrar nas redes visitantes, no entanto, o lance foi bem anulado devido a um empurrão de William a um adversário. Apenas com dez unidades, o Covilhã ficou condicionado nas saídas para o ataque e concentrou-se em defender o nulo, que ficou perto de ser quebrado em duas acções do Famalicão: aos 37 minutos, Feliz atirou cruzado um pouco ao lado da baliza serrana; e aos 45+1 minuto, um cabeceamento de João Faria passou próximo das redes forasteiras. Ao intervalo: 0-0.

Como seria de esperar, os famalicenses regressaram para a segunda parte claramente apostados no ataque e não demoraram a dar protagonismo ao guardião Igor Rodrigues, que foi obrigado a duas grandes defesas para evitar o sucesso dos remates de Hocko (aos 46 minutos) e Mendes (aos 54 minutos). No entanto, e com o progredir do tempo de jogo, a forte coesão defensiva voltou a caracterizar a equipa covilhanense, que a pouco e pouco acreditava ainda mais que era possível não perder o encontro, pois, foi necessário esperar pelo minuto 81 para que as redes forasteiras estivessem de novo em perigo, valendo a intervenção atenta de Igor Rodrigues num cruzamento de Anderson. Porém, o tão procurado golo local acabou mesmo por surgir aos 89 minutos, quando um remate cruzado do lateral direito Joel Monteiro levou a bola ao fundo das redes serranas. Os comandados de José Augusto ainda procuraram o tento da igualdade nos derradeiros momentos do jogo, inclusive com Igor Rodrigues em missão ofensiva, mas o resultado estava definido e a derrota por 1-0 não foi evitada, com o Sporting da Covilhã a somar o quinto encontro seguido sem vencer na Ledman LigaPro, desejando-se que este ciclo seja encerrado na recepção ao SL Benfica B no próximo domingo.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/26/3

Actualizado em Sábado, 24 Fevereiro 2018 18:03
 
José Estevão Rosário
Terça, 20 Fevereiro 2018 00:00

José Estevão Rosário envergou a camisola do Sporting da Covilhã durante sete temporadas, entre 1941 e 1948, numa altura em que o nosso clube era o crónico campeão da Beira Baixa, um título que dava acesso a disputar a 2ª Divisão Nacional, naquele tempo dividida em várias séries regionais. Nesse formato, os serranos tiveram desempenhos positivos nalgumas épocas e noutras nem por isso, até que chegou a temporada 1947/1948, em que José Rosário e colegas foram ultrapassando as diversas fases da competição e conquistaram o Campeonato Nacional do escalão secundário, após uma fase final com FC Famalicão, FC Barreirense e GD CUF Barreiro, garantindo assim pela primeira vez a subida do emblema covilhanense à 1ª Divisão Nacional. José Rosário jogava preferencialmente no meio campo e terá deixado certamente várias memórias das suas exibições…

Actualizado em Terça, 20 Fevereiro 2018 09:43
 
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